UM ELEFANTE NO CAOS – leitura dramática no Feijão

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BAILEI NA CURVA – leitura dramática no Feijão

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1989 no Feijão

Recebemos em setembro em nosso espaço o Coletivo Cê, de Votorantim, para duas únicas apresentações de seu espetáculo 1989.

A peça acompanha o cotidiano de uma típica família interiorana do ano de 1989, em frente à televisão, durante a primeira eleição direta para presidente, pós ditadura militar. Através da programação original da época, que conduz a trama, a obra propõe um mergulho lúdico no tempo para refletir sobre os dias atuais.

  • Direção: Júlio Mello
  • Direção Administrativa e Produção Executiva: Andressa Moreira
  • Intérpretes Criadores: Bruna Moscatelli, Eliane Ribeiro, Hércules Soares e Júlio Mello
  • Cenografia: Jaime Pinheiro
  • Figurino: Felipe Cruz
  • Maquiagem: Sam Alex
  • Iluminação: Maurício Matos Caetano
  • Dramaturgia Sonora: Júlio Mello
  • Gramática Gestual: Thiago Alixandre
  • Apresentações: 7 e 8 de setembro, sábado às 21h e domingo às 19h
  • Ingressos: $ 30 e $ 15
  • Classificação: 14 anos
  • Onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República
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CABARÉ COLISEU no Sesc São José dos Campos

Realizamos no feriado de 7 de setembro uma única apresentação de nosso mais recente espetáculo, Cabaré Coliseu, no Sesc São José dos Campos.

O espetáculo se desenvolve em formato de cabaré.

Em sua primeira parte – intitulada Cabaré Imaginário – vemos números que trazem para a cena, na forma narrativa, discussões sobre questões humanas primordiais: as relações entre pessoas de uma mesma sociedade, entre grupos sociais menores e de uma pessoa consigo mesma.

E, na segunda – intitulada Cabaré Concreto –, os números se sucedem para contar a história da uma mulher-brasileira-pobre chamada Martinha. Inspirada na personagem central da crônica O punhal de Martinha, de Machado de Assis, e em Jenny dos Piratas, retratada na Ópera dos três vinténs por Bertolt Brecht, a Martinha de Cabaré Coliseu se vê envolvida num caso de assassinato de uma celebridade midiática artística, do qual é acusada. E a sequência dos números vai mostrar – em vários estilos teatrais – sua trajetória para tentar livrar-se da acusação e da manipulação midiático-jurídica do caso.

Neste percurso, esta mulher-trabalhadora-pobre tem seus princípios postos à prova ao ser confrontada com diversos modos de dominação morais, sociais e econômicos vigentes na sociedade brasileira contemporânea, na qual precisa sobreviver e da qual torna-se uma notícia, ou seja, um produto a ser explorado.

Um tema bastante apropriado para os dias de hoje!

  • Texto e Direção: Pedro Pires
  • Em cena: Eduardo Schlindwein, Eugenia Cecchini e Zernesto Pessoa
  • Cenário: Pedro Pires
  • Figurinos: Silvana Marcondes
  • Iluminação: Pedro Pires e Zernesto Pessoa
  • Sonoplastia: Pedro Semeghini
  • Fotos e vídeo: Alan Siqueira
  • Duração: 75’
  • Classificação etária indicativa: 12 anos
  • Quando: 7 de setembro, sábado às 20h
  • Ingressos: $ 17 / $ 8,50 / $ 5
  • Onde: Sesc São José dos Campos – Avenida Adhemar de Barros 999, Jardim São Dimas – São José dos Campos – SP
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CABARÉ COLISEU – curtíssima temporada no Feijão

Realizamos no final de agosto e início de setembro 4 únicas apresentações de nosso mais recente espetáculo, Cabaré Coliseu.

O espetáculo se desenvolve em formato de cabaré.

Em sua primeira parte – intitulada Cabaré Imaginário – vemos números que trazem para a cena, na forma narrativa, discussões sobre questões humanas primordiais: as relações entre pessoas de uma mesma sociedade, entre grupos sociais menores e de uma pessoa consigo mesma.

E, na segunda – intitulada Cabaré Concreto –, os números se sucedem para contar a história da uma mulher-brasileira-pobre chamada Martinha. Inspirada na personagem central da crônica O punhal de Martinha, de Machado de Assis, e em Jenny dos Piratas, retratada na Ópera dos três vinténs por Bertolt Brecht, a Martinha de Cabaré Coliseu se vê envolvida num caso de assassinato de uma celebridade midiática artística, do qual é acusada. E a sequência dos números vai mostrar – em vários estilos teatrais – sua trajetória para tentar livrar-se da acusação e da manipulação midiático-jurídica do caso.

Neste percurso, esta mulher-trabalhadora-pobre tem seus princípios postos à prova ao ser confrontada com diversos modos de dominação morais, sociais e econômicos vigentes na sociedade brasileira contemporânea, na qual precisa sobreviver e da qual torna-se uma notícia, ou seja, um produto a ser explorado.

Um tema bastante apropriado para os dias de hoje!

  • Texto e Direção: Pedro Pires
  • Em cena: Eduardo Schlindwein, Eugenia Cecchini e Zernesto Pessoa
  • Cenário: Pedro Pires
  • Figurinos: Silvana Marcondes
  • Iluminação: Pedro Pires e Zernesto Pessoa
  • Sonoplastia: Pedro Semeghini
  • Fotos e vídeo: Alan Siqueira
  • Duração: 75’
  • Classificação etária indicativa: 12 anos
  • Quando: 24, 25 e 31 de agosto e 1º de setembro, sábados às 21h e domingos às 19h
  • Onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68
  • Ingressos: $ 30 / $ 15 / $ 10 (ingresso amigo)
  • Realização: Companhia do Feijão
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CABARÉ COLISEU na Jornada do Patrimônio

Na condição de grupo registrado como Patrimônio Imaterial de São Paulo, participamos no dia 17 de agosto da Jornada do Patrimônio – Memória Paulistana 2019 com uma apresentação especial de nosso mais recente espetáculo, Cabaré Coliseu. Ingressos para a metade da lotação (30 lugares) serão distribuídos gratuitamente com 1 hora de antecedência.

Sinopse

O espetáculo se desenvolve em formato de cabaré.

Em sua primeira parte – intitulada Cabaré Imaginário – vemos números que trazem para a cena, na forma narrativa, discussões sobre questões humanas primordiais: as relações entre pessoas de uma mesma sociedade, entre grupos sociais menores e de uma pessoa consigo mesma.

E, na segunda – intitulada Cabaré Concreto –, os números se sucedem para contar a história da uma mulher-brasileira-pobre chamada Martinha. Inspirada na personagem central da crônica O punhal de Martinha, de Machado de Assis, e em Jenny dos Piratas, retratada na Ópera dos três vinténs por Bertolt Brecht, a Martinha de Cabaré Coliseu se vê envolvida num caso de assassinato de uma celebridade midiática artística, do qual é acusada. E a sequência dos números vai mostrar – em vários estilos teatrais – sua trajetória para tentar livrar-se da acusação e da manipulação midiático-jurídica do caso.

Neste percurso, esta mulher-trabalhadora-pobre tem seus princípios postos à prova ao ser confrontada com diversos modos de dominação morais, sociais e econômicos vigentes na sociedade brasileira contemporânea, na qual precisa sobreviver e da qual torna-se uma notícia, ou seja, um produto a ser explorado.

Um tema bastante apropriado para os dias de hoje!

  • Texto e Direção: Pedro Pires
  • Em cena: Eduardo Schlindwein, Eugenia Cecchini e Zernesto Pessoa
  • Cenário: Pedro Pires
  • Figurinos: Silvana Marcondes
  • Iluminação: Pedro Pires e Zernesto Pessoa
  • Sonoplastia: Pedro Semeghini
  • Fotos e vídeo: Alan Siqueira
  • Duração: 75’
  • Classificação etária indicativa: 12 anos
  • Quando: 17 de agosto, sábado às 21h
  • Onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68
  • Ingressos: $ 40 / $ 20 / $ 10 (ingresso amigo) – 30 INGRESSOS GRATUITOS por ordem de chegada a partir das 20h

Informações completas sobre a Jornada do Patrimônio em www.jornadasp.com .

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DAtCHAU – Rumo à Estação GrandeAvenida no Engenho Teatral

Realizamos em agosto 2 únicas apresentações de nosso espetáculo DaTchau – rumo à estação GrandeAvenida na Mostra Engenho Mostra um Pouco do Que Gosta, na sede do Engenho Teatral em São Paulo.

Sinopse: Uma pessoa (de classe média) tenta escrever uma narrativa que dê conta dos tempos sombrios que está vivendo. Nesta tentativa ela sonha que um dia acorda indignada com o estado das coisas. E, no sonho, esta indignação a leva para a rua – para protestar. No início sozinha, depois coletivamente, em harmonia com outros indignados, toma um trem de metrô cujo destino é a estação GrandeAvenida, para onde está marcada uma grande manifestação. Durante a viagem as diferenças do coletivo indignado assumem o protagonismo, atiçam raivas e ódios e se transformam em conflitos oníricos. O sonho se transforma em pesadelo. E o destino final desta viagem será o do encarceramento deste coletivo num campo de trabalhos forçados.

Motivo inspirador do título: o Campo de Dachau

Dachau foi o primeiro campo de concentração regular para prisioneiros políticos assentado pelo governo Nacional Socialista, isto é, nazista, em 1933, no sul da Alemanha.  A organização e rotina deste campo tornaram-se modelo para todos os que viriam depois.

Inicialmente, os internos eram alemães comunistas, socialdemocratas, sindicalistas e outros adversários políticos do regime nazista. Com o passar do tempo, outros grupos também foram encarcerados em Dachau, entre eles ciganos, homossexuais, Testemunhas de Jeová e aqueles considerados “associais”, além de criminosos contumazes. Durante os primeiros anos relativamente poucos judeus estiveram presos ali, com exceção dos que pertenciam a uma das categorias mencionadas – realidade posteriormente invertida com o aumento da perseguição antissemita.

O processo de degradação tinha início já na sala de registro dos prisioneiros recém-chegados, em cujo teto foi pintado em letras grandes: Há um caminho para a liberdade. Suas balizas são: Obediência, Honestidade, Asseio, Sobriedade, Trabalho Duro, Disciplina, Sacrifício, Autenticidade, Amor à Pátria.

O número de prisioneiros em Dachau, de 1933 a 1945, ultrapassou os 188 mil e provavelmente nunca se saberá ao certo o número total de suas vítimas fatais. Como em todos os campos de concentração nazistas, em seu portão de entrada um entalhe em letras de ferro afirmava: O TRABALHO LIBERTA.

  • Texto e Direção: Pedro Pires
  • Em cena: Eduardo Shlindwein, Fernanda Rapisarda, Guto Togniazzolo, Marcos Coin, Vera Lamy e Zernesto Pessoa
  • Direção Musical: Marcos Coin
  • Cenografia: Pedro Pires
  • Figurinos: Guto Togniazzolo e Arieli Marcondes
  • Luz: Guilherme Bonfanti
  • Vídeos: Diogo Noventa
  • Projeções: Bruna Lessa e Bruno Carneiro
  • Operação de luz: Pedro Pires
  • Operação de vídeo: Pedro Semeghini
  • Fotos e Vídeo: Cacá Bernardes
  • Produção: Companhia do Feijão
  • Classificação etária indicativa: 12 anos
  • Duração: 70 minutos
  • Onde: Engenho Teatral – R. Monte Serrat 120 (ao lado do Metrô Carrão) – (11) 96888-7748
  • Ingressos: gratuitos
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MATO CHEIO no Feijão

Recebemos em agosto para 4 apresentações a o espetáculo Mato Cheio, com o grupo Carcaça de Poéticas Negras.

Livremente inspirado pelo mito popular dxs escravizadxs que fugiam pelas linhas férreas em direção ao mar, passando pela Casa da Ressaca – quilombo de passagem do começo do século XIX – até chegar aos quilombos da cidade de Santos, no litoral sul de São Paulo. Gasta-Botas, Salgada e Ninguém de Oliveira Neta dividem o mesmo corpo-imagético. Uma personagem vista de três perspectivas diferentes que caminha em busca de si e do lugar que ocupa. Elxs anseiam em chegar ao mar, numa tentativa de reformar o passado, tragar o presente e construir outra possibilidade de futuro. Mobilizados pela personagem Fogo, traduzido por Picita: mulher negra, não-ficcional, fato que a história pretende apagar. A dramaturgia propõe um olhar para o corpo negro em deslocamento pela cidade e o genocídio e etnocentrismo construído e propagado na época da escravatura até os dias de hoje. Ficção, mito e depoimentos pessoais compõem o tecido poético-performático-narrativo da obra.

  • Direção geral: Ivy Souza
  • Dramaturgia geral e Direção de movimento: Jhonny Salaberg
  • Dramaturgia documental: Isamara Castilho, Patrick Carvalho e Priscila Guedes
  • Elenco: Anderson Sales, Isamara Castilho, Patrick Carvalho e Priscila Guedes
  • Preparação corporal: Ana Beatriz Almeida
  • Provocadores de processo: Diogo Granato, Lenna Bahule, Patricia Gifford e Salloma Salomão
  • Cenografia e Figurino: Eliseu Weide
  • Criação de luz: Dida Genofre
  • Operação de luz: Dida Genofre e Vanessa Lemes
  • Trilha sonora: Anderson Sales e Jess Montenegro
  • Músicas: DKVPZ e Isabel Tavares
  • Artista gráfico: Murilo Thaveira
  • Foto: Filipe Ramos
  • Produção geral e realização: Carcaça de Poéticas Negras
  • Temporada: 3 a 11 de agosto, sábados às 21h e domingos às 19h
  • Ingressos: $ 30 (inteira) $ 15 (meia) e $ 10 (convite amigo)
  • Duração: 90 minutos
  • Classificação indicativa: 12 anos
  • Onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República
  • Ao final de cada sessão, haverá a venda do livro “Mato Cheio” da Carcaça de Poéticas Negras.
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MANUELA – último dia no Feijão

Realizamos em julho 4 únicas apresentações de nosso espetáculo Manuela.

Manuela é uma história de amizade entre o escritor e sua máquina de escrever. É o nome dado por Mário de Andrade à sua máquina em homenagem ao escritor e amigo Manuel Bandeira. Em meio a reflexões de companheira, a narrativa se dá do ponto de vista da máquina, que conta quem foi esse brasileiro morador da rua Lopes Chaves através de sua poesia e correspondência intensas.

  • Concepção e dramaturgia: Vera Lamy
  • Direção musical e trilha original: Lincoln Antonio
  • Em cena: Vera Lamy e Lincoln Antonio
  • Cenografia: Pedro Pires
  • Figurino: Anahí Asa
  • Luz: Zernesto Pessoa e Rafael Araújo
  • quando: 8 a 29 de julho, segundas às 21h
  • ingresso: $ 30 e $ 15 – bilheteria aberta 1 hora antes das apresentações
  • onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República – acesso a cadeirantes
  • classificação etária indicativa: livre
  • realização: Companhia do Feijão
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LEDORES NO BREU no Feijão

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