Oficina: Teatro no Século XXI – a criação teatral – políticas públicas e privadas

  • Encontros internos: 16, 22 e 23 de novembro
  • Seminário público: 28, 29 e 30 de novembro
  • Horários: das 19h30 às 22h30
  • Número de vagas: 25 (para os Encontros internos)
  • Inscrições: (11) 3662.5177 – abertas até o dia 11 de novembro
  • Local: Funarte – Alameda Nothmann 1058 – Campos Elíseos – São Paulo

Proposta por Pedro Pires e Companhia do Feijão à Funarte, a Oficina será composta por um conjunto de encontros entre profissionais e interessados na questão de políticas públicas e privadas para o teatro. Dentro das atividades voltadas ao conhecimento e à reflexão crítica sobre os fazeres artísticos e suas relações e potências sociais, para a Funarte esta ação diz respeito a conceitos e definições do que seja uma arte pública.

Os encontros terão, na sua primeira etapa (Encontros internos – dias 16, 22 e 23 de novembro), o formato de um seminário formativo e informativo. Nestes encontros serão abordados os temas:

  • Políticas públicas para a cultura/teatro;
  • O movimento Arte contra Barbárie;
  • As leis e projetos de lei criados nos últimos anos.

Numa segunda etapa (Seminário público) serão realizadas três mesas de debate abertas ao público (dias 28, 29 e 30 de novembro) com os temas:

  • O teatro, os grupos teatrais e os artistas independentes e o seu comprometimento com a Arte deste tempo;
  • Os processos de modernização conservadora e os mecanismos de financiamento ao teatro – uma visão crítica;
  • O teatro e o público – O que eu quero é consumir ou Me consome que eu gosto.

 Pedro Pires / Companhia do Feijão / Funarte

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Kabaré Antropofágico no Caldo musical

No próximo sábado (29/10), por volta das 23h.

O Caldo musical é uma atividade independente da Companhia do feijão, onde grupos convidados apresentam canções de seus espetáculos e músicas originais de seus integrantes. Neste sábado é a vez da Antropofágica, com músicas e intevenções em seu Kabaré Antropofágico. A apresentação é gratuita e acontece após a apresentação de Enxurro.

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                      Patrocínio

   

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Oficina de criação teatral – selecionados

Os selecionados para o primeiro módula da Oficina de criação teatral são: Aline Escobar, Angélica Müller, Fagundes Emanuel, Jurema Pedroso, Lilian Bites, Natália Siufi e Zeca Mallembah. O grupo final será integrado pelo núcleo artístico da companhia e artistas convidados.

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Oficina de criação teatral: o ator-narrador (1º módulo)

A ser inserida no projeto ARMADILHAS BRASILEIRAS, patrocinado pelo Programa Petrobras Cultural, a atividade será gratuita e terá inscrições abertas até o dia 30 de setembro de 2011.

Oficina de criação teatral: o ator-narrador – conduzida pela Companhia do feijão

Esta oficina se desdobrará em três módulos autônomos e complementares entre si, um em cada ciclo investigativo previsto para o primeiro ano do projeto. Compreenderá um trabalho de aprofundamento das pesquisas da Companhia do feijão a respeito de técnicas criativas para o trabalho do ator e do compartilhamento dos conhecimentos adquiridos com outros profissionais da área teatral. Os selecionados cumprirão a oficina em conjunto com o núcleo artístico da companhia.

1º módulo: ator-narrador-personagem

DINÂMICA: Desdobramentos da função do ator como narrador (aquele que conta a história) e personagem (aquele que se encontra dentro da história contada), tendo como base contos pré-selecionados segundo interesses temáticos e estruturais relacionados ao desenvolvimento do projeto.

  • VAGAS: 10
  • REQUISITOS: atores com experiência e disponibilidade integral para as datas e horários estipulados
  • ENCONTROS: 9, de segunda a quarta, durante três semanas
  • DATAS: 10, 11, 12, 17, 18, 19, 24, 25 e 26 de outubro de 2011
  • HORÁRIOS: das 15h às 18h
  • LOCAL: Companhia do feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68, República, São Paulo-SP
  • CUSTO: grátis
  • SELEÇÃO: envio de currículo sucinto e carta de intenção até 30 de setembro de 2011 exclusivamente para narrador1@companhiadofeijao.com.br (após esta data o endereço será desativado)
  • RESULTADOS: publicação em www.companhiadofeijao.com.br e contato direto com os selecionados.

Observação: 2º e 3º módulos (respectivamente “a narrativa não-verbal” e “o Ditirambo – narrativa musical”) serão realizados em 2012, ainda sem datas definidas, com inscrições independentes.

O PROJETO – sinopse

Selecionado para patrocínio através de edital público pelo Programa Petrobras Cultural, o projeto ARMADILHAS BRASILEIRAS prevê a manutenção das várias frentes de trabalho da Companhia do feijão durante dois anos, orientadas para a criação e circulação de um novo espetáculo. Durante o processo de pesquisa, além de diversas atividades conduzidas pelo núcleo artístico da companhia, serão desenvolvidas parcerias com o escritor Luiz Ruffato e o multiartista Nuno Ramos. Como tema geral, estará em foco o homem brasileiro de hoje – enquanto receptáculo último das “falhas trágicas” formadoras do caráter nacional. No plano prático da difusão cultural, a companhia persistirá com sua prática de origem, em favor da ampliação do acesso cultural e das oportunidades de formação e experiência crítica de seus públicos. Todas as atividades abertas previstas no escopo do projeto serão oferecidas de forma gratuita.

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Tem início o Caldo musical 2011

Retomamos neste sábado (17/08) nosso já tradicional Caldo musical, com o grupo Engenho Teatral.

O Caldo musical é uma atividade independente da Companhia do feijão, onde grupos convidados apresentam canções de seus espetáculos e músicas originais de seus integrantes. Abrindo a edição 2011, teremos a presença do grupo Engenho Teatral. A apresentação é gratuita e acontece após a apresentação de Enxurro.

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Laboratório de vivência literária – conduzido por Luiz Ruffato

A ser inserida no projeto ARMADILHAS BRASILEIRAS, patrocinado pela Petrobras, a atividade será gratuita e terá inscrições abertas até o dia 20 de setembro de 2011.

 Laboratório de vivência literária – conduzido por Luiz Ruffato

Compreenderá a proposição de temas para a criação de textos, discussão conjunta e reescrita – uma reflexão sobre o ato de escrever, particularmente no que diz respeito à prosa de ficção. Elementos de teoria literária e de processo de criação poderão ser introduzidos a partir de necessidades específicas, tendo como horizonte a obtenção, ao final do processo, de um texto coletivo com finalidades dramatúrgicas. Os selecionados cumprirão o laboratório em conjunto com o núcleo artístico da companhia.

1ª TURMA – São Paulo

  • VAGAS: 10
  • REQUISITOS: mínima experiência em criação de textos, idade entre 20 e 30 anos e disponibilidade integral para as datas e horários estipulados
  • ENCONTROS: 9, sempre às segundas-feiras, com três horas de duração
  • DATAS: 26 de setembro; 3, 10 e 24 de outubro; 7 e 14 de novembro; 5, 12 e 19 de dezembro de 2011
  • HORÁRIO: das 19h às 22h
  • LOCAL: Companhia do feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68, República, São Paulo-SP
  • CUSTO: grátis
  • SELEÇÃO: envio de currículo sucinto e carta de intenção até 20 de setembro de 2011 exclusivamente para literatura1@companhiadofeijao.com.br (após esta data o endereço será desativado)
  • RESULTADOS: publicação em www.companhiadofeijao.com.br e contato direto com os selecionados.

O PROJETO – sinopse

Contemplado no Programa Petrobras Cultural, o projeto ARMADILHAS BRASILEIRAS prevê a manutenção das várias frentes de trabalho da Companhia do feijão durante dois anos, orientadas para a criação e circulação de um novo espetáculo. Durante o processo de pesquisa, além de diversas atividades conduzidas pelo núcleo artístico da companhia, serão desenvolvidas parcerias com o escritor Luiz Ruffato e o multiartista Nuno Ramos. Como tema geral, estará em foco o homem brasileiro de hoje – enquanto receptáculo último das “falhas trágicas” formadoras do caráter nacional. No plano prático da difusão cultural, a companhia persistirá com sua prática de origem, em favor da ampliação do acesso cultural e das oportunidades de formação e experiência crítica de seus públicos. Todas as atividades abertas previstas no escopo do projeto serão oferecidas de forma gratuita.

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ARMADILHAS BRASILEIRAS

Iniciamos em setembro de 2011 novo projeto com o patrocínio da Petrobras: ARMADILHAS BRASILEIRAS.

Saiba mais clicando aqui.

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PÁLIDO COLOSSO em Porto Alegre

Nosso espetáculo Pálido colosso estará na 18ª edição do Festival Porto Alegre em Cena, como convidado para a Mostra Petrobras.

As apresentações acontecerão nos dias 12 (segunda) e 13 de setembro (terça) próximos, sempre às 20h, no Teatro do SESC Centro – Av. Alberto Bins 665 – Porto Alegre/RS – (51) 3284.2070.

Em decorrência da viagem e dos preparativos para esta participação, excepcionalmente o espetáculo ENXURRO não será apresentado no fim-de-semana de 9 a 11 de setembro em São Paulo, voltando normalmente em temporada na sede da companhia no dia 16 de setembro de 2011.

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ENXURRO chegando

Como resultado de pesquisas sobre temas relacionados a questões utópicas, iniciamos em 26 de agosto de 2011 as apresentações do décimo espetáculo de nossa história: ENXURRO. A temporada, gratuita, se estenderá por tempo indeterminado em nossa sede, no centro de São Paulo, sempre às sextas e sábados às 21h e domingos às 19h. (No fim de semana de 9 a 11 de setembro não haverá apresentações por conta de viagem da companhia).

Enxurro é uma rapsódia cênica criada a partir de estímulos literários, cênicos e musicais de diversos autores e épocas, em torno de temas relacionados ao momento de transição civilizatória por que passamos. Numa corrente caleidoscópica, entrecruzam-se de maneira simbólica: anomalias, assombros, cumplicidade, devastação, encontros, espelhos, inspirações, mentiras, poder, radicalismo, reação, reconstruções, reencontros, resistência e horizontes. Esboços de um vir-a-ser.

Caminhos, contrafortes e coriscos

Nossa pesquisa sobre o grande tema da Utopia se desdobra e multiplica desde 2006:

Numa primeira fase, tratando desse tema sem saber ao certo se era dele que falávamos, surgiu Pálido colosso (2007), onde buscamos retratar os últimos 50 anos da história do Brasil, nos deparando ao final com o encurralamento do presente.

Num segundo momento, uma tentativa de olhar para o futuro. O acomodamento pragmático no jogo mercadológico de nossa classe política, cuja formação esteve no foco deste estudo, porém, nos jogou novamente para o universo destópico: novo estreitamento de horizontes. Deste processo resultou o espetáculo Veleidades tropicaes (2009).

Agora, com Enxurro, foi a vez de experimentos cênicos que aglutinassem ao mesmo tempo reflexões sobre nosso passado próximo, nosso presente e nosso futuro: após a desesperança, a busca por novas possibilidades.

Como uma ação de resistência artística de nosso grupo contra toda a melancolia que sobrevoou, e sobrevoa com suas negras asas das impossibilidades a ousadia de se tocar neste tema – num momento histórico em que praticamente todas as utopias são dadas como mortas e sem possibilidade de recuperação –, pretendeu-se um enfrentamento quimérico.

Foi um longo processo de questionamentos e experimentações, individuais e grupais, pensando o grupo como uma pequena sociedade que de certa forma espelha a maior onde se insere. O que nos levou a revisões e transformações na estruturação do trabalho criativo e organizacional coletivo, aceleradas pelo incontornável embate entre poder e sociedade.

Impregnado destes motivos, Enxurro aparece como uma corrente onde sobrenadam, errantes, fatos impossíveis, avessos, coisas que não aconteceram e também o fantástico do que um dia pode acontecer. Pretendendo que esta experiência sensibilize àqueles que conosco venham a dividi-la a pressentir, por sua vez, outras formas.

Esta foi uma trajetória que teve no onírico, no fantástico, ao mesmo tempo suas raízes e o seu caminho, a partir de materiais literários, plásticos e musicais de origens variadas quanto a épocas, autores e territórios. Que se inspirou no poema de Drummond, que prefere continuar caminhando pelas estradas pedregosas e íngremes das montanhas (“…que faz destes caminhos, destas pedras homens e deste barro humanidade, de onde viemos e para onde voltaremos, desta rude matéria-prima, matéria bruta de sonhos, de esperança…). Que prefere isto a ver-se perdido, acabado, nas impossibilidades concretas da máquina do mundo que tudo “sabe” e calcula acerca da alma humana.

Que não ser perfeitos não nos impeça de buscar outras visões artísticas, para além da ingenuidade combatida por teorias surradas. Seria a forma de assumirmos novos riscos, da condição fantástica de andarmos com a cabeça nas nuvens sem tirar os pés do chão. Um diálogo que revele, se tivermos sorte, o contraditório, a pequenez dos homens-máquina pragmáticos, finitos em sua existência, em seu cientificismo, em suas regras de três, versus a possibilidade de sonhar algo diferente.

Um sonho bem sonhado, que faça parte do irrealizável, da potência da imaginação se revelando no contraste com a limitação do “fabuloso mundo real” da imaginação tratada como mercadoria, do sonho limitado ao consumo irresistível. Amplo, livre de dogmas, fundamentalismos, esquemas e projetos acabados – ideologias finitas que vendem libertação e entregam opressão.

ENXURRO

Criação: Companhia do feijão

Materiais cênicos, plásticos e musicais inspirados em: Adélia Prado, Alfredo Le Pera, Antoine de Saint-Exupéry, Astor Piazzolla, Ataulfo Alves, Benny Andersson, Bertold Brecht, Björn Ulvaeus, Carlos Drummond de Andrade, Carlos Gardel, Jards Macalé, Johann Wolfgang von Goethe, Jorge Luis Borges, Julio Cortázar, Kurt Weill, Manu Chao, Mário de Andrade, Murilo Rubião, Nuno Ramos, Petronio Nascimento, Sófocles e nossas existências.

Companhia do feijão: Fernanda Haucke, Fernanda Rapisarda, Flávio Pires, Guto Togniazzolo, Pedro Pires, Vera Lamy e Zernesto Pessoa

Colaboração artística e técnica: Arieli Marcondes, Bira Nogueira, Edu Garudah, Ieltxu Martinez Ortueta, José Romero, Patricia Barros e Paulo Reis

  • Abertura das portas: 26 de agosto de 2011, sexta-feira, 21h
  • Temporada: tempo indeterminado
  • Dias e horários: sextas e sábados às 21h, domingos às 19h
  • Ingressos: GRÁTIS
  • Distribuição: por ordem de chegada na bilheteria, aberta uma hora antes das apresentações
  • Reservas: não há
  • Lotação: 40 lugares
  • Duração: 75’

Observação: no fim de semana de 9, 10 e 11 de setembro não haverá apresentações, por conta de viagem da companhia.

Local: Companhia do Feijão – Rua Dr. Teodoro Baima 68, República – (11) 3259.9086

Agradecimentos: Alecrim, Amparo, Bartô, Cláudia Burbulhan, Fabrício Muriana, Fátima Marcondes, Flávia Rapisarda e Rodrigo Rodrigues, João Attuy, José Romero, Juliene Codognotto, Luciana N. Santos, Maria Helena Togniazzolo, Mariana Martins Fontes, Marlene G. S. Campos, Maurício Alcântara, Mônica Porta, Natan Haucke Kreslins, Nuno Pessoa, Pedro Maia, Pedro Mantovani, Pierre e Regina Rapisarda, Seu Zé e Dona Laura, Thaís e Sirlene Bartolomeu

Realização:Companhia do Feijão /Cooperativa Paulista de Teatro

Apoio: Funarte / Minc /Apfel / Piolin / Planeta’s / Luna di Capri

Este projeto foi contem­plado pela Fundação Nacional de Artes – FUNARTE no Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2010.

Parte das atividades da companhia durante este processo contou com o suporte do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

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