APROXIMAÇÃO AO DISTANCIAMENTO DE B. BRECHT no Feijão

Com apoio da Companhia do Feijão, a atriz e diretora Laura Brauer realiza de setembro a novembro em nosso espaço uma nova edição de sua oficina Aproximação ao distanciamento de B. Brecht.

  • Público: Pessoas interessadas
  • Carga horária: 52 horas
  • Datas: de 7 de setembro até 30 de novembro – às sextas, das 10h às 14h
  • Custo: $ 180 por mês ou $ 500 se pago no começo – Desconto p/ estudantes – Bolsas
  • Local: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República
  • Inscrições: por e-mail com currículo e carta de interesse até 31 de agosto – cursobrecht@gmail.com

O curso

Trata-se de uma primeira abordagem teórica e prática em torno das propostas de Bertolt Brecht para o teatro, com o objetivo de gerar um espaço para a reflexão e, diante da ação conjunta, possibilitar aos participantes interações que façam o corpo pensar, deem peso à palavra e transformem o ator em interlocutor do espectador. E com as intenções de buscar o sentido do discurso para a sua realização, de fazer do palco um reflexo que permita um olhar crítico e de preparar a cena para que daí advenha a análise; e desta forma construir um teatro crítico que dialogue e não um que “diga”, que esteja à frente e não atrás de seu público.

Atividades

Exercícios brechtianos preparatórios. Encenações que estimulam o pensamento crítico. Trabalho de atuação com cenas. Análise da ação. Diálogo ator-personagem-distância. Pensamento crítico em cena. Trabalho para evidenciar contradições. Debate e problematização em torno das temáticas tratadas. Observação crítica e análise. Aproximação com o material teórico.

A condutora

Laura Brauer é uma atriz, diretora e professora de interpretação argentina. Especializou-se em Teatro Político. Estudou “Teatro do Oprimido” com Augusto Boal (Brasil) e Jana Sanskriti (India) e estudou metodologia do trabalho do ator e do encenador brechtiano em Berlim. entre 2006 e 2018. Em Berlim participou de cursos de atuação e de direção da Escola de Teatro “Ernst Busch” e realizou experiências de teatro documentário no Berliner Festspiele. Foi bolsista da Secretaria de Cultura de la Nación Argentina, da Academia de Arte de Berlim , do Goethe Institut e do ITI (International Theataer Institut) para seus estudos e práticas de Brecht e Boal em Alemanha. Respeito de trabalhos de Teatro do Oprimido, trabalhou em prisões, escolas, centros culturais e de bairros ao longo de oito anos na Holanda, Portugal, Inglaterra, Brasil e Argentina . A respeito de trabalhos sobre B.Brecht participou da montagem de “Baal” ,“Terror e Miséria do Terceiro Reich”; ”A exceção e a regra”; “Lux in Tenebris” e “Quanto custa o ferro?”. Atuou em “Santa Juana de los Mataderos”, adaptou e dirigiu “A compra do latão”, e adaptou e coordenou o projeto cênico da peça “A boa alma de Sezuan“.Organizou junto a seu grupo o I e II Encontro Internacional sobre “A POSSÍVEL ATUALIDADE DE BRECHT”, em 2012 e 2014 em Buenos Aires. Em São Paulo, é professora na Escola Livre de Teatro de Santo André e de cursos independentes sobre as propostas do Brecht e de Boal para atores e não atores. Como atriz, participa de diferentes peças em Buenos Aires, Berlim e Londres. Em São Paulo realizou a peça “Potestad”, da filmagem de “Ópera dos Vivos”, com a Companhia do Latão, e do filme “Sem Raiz” de Renán Rovida entre outros.

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O CARRO DA MISÉRIA no Feijão – ÚLTIMA NOITE

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MANUELA na Casa Teatro de Utopias

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DAtCHAU no Sesc São José dos Campos

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SELECIONADOS para a oficina APROXIMAÇÃO AO DISTANCIAMENTO DE B.BRECHT

A seguir os selecionados para a oficina Aproximação ao distanciamento de B.Brecht, conduzida por Laura Brauer. Devido ao grande número de inscritos o número de vagas para praticantes foi aumentado, não havendo por isso a possibilidade da participação de ouvintes. Os selecionados são os seguintes:

Alice Caroline de Rosa, Andressa Habyak, Dirka Ferreira, Douglas Simon, Elisete Santos, Fernanda Nunes, Francisco Ohana, Gustavo Correia, Hugo Koleckner, Igor Nascimento, João Carlos Silva Pinto, Karol Piacentini, Letycia Nascimento, Lu Machado, Márcia Cristina Silva, Maria Luisa Frizzo, Michelle Racaneli, Paulo Jorge Barreira Leonardo, Rafael Mellim, Samara Monteiro e Wellington Candido.

Os selecionados deverão comparecer no dia 2 de julho, segunda-feira, às 15h, na Companhia do Feijão, à Rua Dr. Teodoro Baima 68, República, para o início dos trabalhos.

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SHOW DO PIMPÃO no Feijão

Recebemos nos dias 29 e 30 de junho a Brava Companhia com seu espetáculo Show do Pimpão, dentro de nosso ciclo Pupu Rir de espetáculos convidados. A atividade é gratuita e integra nosso projeto Perversidades brasileiras (a hora do Show), contemplado pelo Programa Municipal de Fomento para a Cidade de São Paulo. As apresentações têm participação especial da Companhia do Feijão. Veja aqui a programação completa.

Show do Pimpão – sinopse

Numa localidade qualquer da periferia do capitalismo três miseráveis artistas se juntam para tentar arrecadar algum numerário que lhes garanta a refeição do dia. Em tempos de crise, fazer graça com a própria desgraça foi a única alternativa que lhes restou como forma de sobrevivência. E se o show não lhes rende o suficiente para comer, ao menos o barulho das risadas do público ajuda a abafar o ronco dos seus estômagos vazios, e a tentar esquecer a própria desnutrição. Seria trágico… Se não fosse cômico.

Concepção cênica

Show do Pimpão é uma peça de teatro construída para a apresentação em ruas, praças ou espaços alternativos, e que aposta no grotesco como elemento estético para abordar, de forma crítica e cômica, algumas temáticas pertinentes aos dias atuais: dinheiro, trabalho, política e arte. A dramaturgia, construída na forma de um esquete humorístico no qual atuam um ventríloquo, seu boneco (interpretado por um ator) e um músico, se revela, no decorrer de sua encenação, um show-golpe elaborado por artistas-vigaristas: a derradeira tentativa desse trio, pela via da arte e da cultura, de garantir alguma subsistência – seu último recurso antes de se entregar a barbárie.

Os três personagens que conduzem a ação cênica representam figuras que sobrevivem à margem do sistema econômico – sem acesso a trabalhos formais, a direitos básicos e ao consumo – tornando-se, assim, criaturas socialmente deformadas.

  • Criação: Brava Companhia
  • Direção e Dramaturgia: Ademir de Almeida
  • Direção musical: Joel Carozzi
  • Atores: Fábio Resende, Márcio Rodrigues e Max Raimundo
  • Figurinos: Cris Lima, Márcio Rodrigues e Rafaela Carneiro
  • Cenário: Joel Carozzi, Márcio Rodrigues e Sérgio Carozzi
  • Design gráfico: Ademir de Almeida
  • Fotos: Fábio Hirata e Fernando Solidade
  • Produção: Kátia Alves

Participação especial: Rir pra não chorar – com a Companhia do Feijão

  • Quando: 29 e 30 de junho, sexta e sábado, às 20h30
  • Ingressos: grátis – bilheteria aberta 1 hora antes das apresentações – sem possibilidade de reserva
  • Onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República – estacionamento conveniado
  • Capacidade: 50 lugares – com acesso a cadeirantes
  • Mais informações: companhiadofeijao.com.br / feijao@companhiadofeijao.com.br

Realização: Companhia do Feijão – Cooperativa Paulista de Teatro – Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo – Prefeitura de São Paulo / Cultura

Este projeto foi contemplado pela 31ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

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CARNE no Feijão

Recebemos nos dias 26 e 27 de junho a Kiwi Companhia de Teatro com seu espetáculo Carne, dentro de nosso ciclo Pupu Rir de espetáculos convidados. Comemorando 300 apresentações, o espetáculo contará com debates e intervenções artísticas. A atividade é gratuita e integra nosso projeto Perversidades brasileiras (a hora do Show), contemplado pelo Programa Municipal de Fomento para a Cidade de São Paulo. As apresentações têm participação especial da Companhia do Feijão. Veja aqui a programação completa.

Carne – sinopse

Carne discute as relações entre patriarcado e capitalismo, mostrando o panorama da opressão de gênero e a situação específica da violência contra as mulheres no Brasil. No trabalho cênico são utilizadas canções populares, imagens publicitárias, estatísticas sobre a violência contra as mulheres, trechos de romance, entre outros materiais.

  • Realização: Kiwi Companhia de Teatro
  • Direção geral: Fernando Kinas
  • Roteiro: Fernanda Azevedo e Fernando Kinas
  • Elenco: Fernanda Azevedo e Mônica Rodrigues
  • Direção musical: Eduardo Contrera
  • Execução musical: Luciana Fernandes
  • Direção de produção e assistência de direção: Luiz Nunes
  • Assistência de produção: Dani Embón
  • Tratamento de imagens: Gavin Adams
  • Iluminação e operação de luz: Clébio Souza (Dedê)
  • Conceção de espaço: Fernando Kinas
  • Figurino: Fernanda Azevedo
  • Programação visual: Paulo Emílio Buarque de Holanda

FEMINISMO, ARTE E POLÍTICA – rodas de conversa após as apresentações

  • dia 26: Esther Solano (cientista política e professora da unifesp, uma das autoras do livro ”mascarados: a verdadeira história dos adeptos da tática black bloc”) e Isa Pena (advogada, ativista política e feminista)
  • dia 27: Luciana Araújo (jornalista e feminista, militante do movimento negro unificado e da marcha das mulheres negras) e AveTterrena (dramaturga e poeta ativista transvestigênera)
  • Intervenção musical: CABARÉ FEMINISTA
  • Participação especial: Rir pra não chorar – com a Companhia do Feijão
  • Quando: 26 e 27 de junho, terça e quarta, às 20h30
  • Ingressos: grátis – bilheteria aberta 1 hora antes das apresentações – sem possibilidade de reserva
  • Onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República – estacionamento conveniado
  • Capacidade: 50 lugares – com acesso a cadeirantes
  • Mais informações: companhiadofeijao.com.br / feijao@companhiadofeijao.com.br

Realização: Companhia do Feijão – Cooperativa Paulista de Teatro – Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo – Prefeitura de São Paulo / Cultura

Este projeto foi contemplado pela 31ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

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APROXIMAÇÃO AO DISTANCIAMENTO DE B.BRECHT – oficina gratuita no Feijão

Oferecemos em julho, gratuitamente, a oficina Aproximação ao Distanciamento de B. Brecht, com a atriz e diretora argentina Laura Brauer. A atividade integra o projeto Perversidades Brasileiras (A hora do Show), contemplado pela 31ª Edição do Programa de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

A oficina

Trata-se de uma primeira abordagem teórica e prática em torno das propostas de Bertolt Brecht para o teatro, com o objetivo de gerar um espaço para a reflexão e, diante da ação conjunta, possibilitar aos participantes interações que façam o corpo pensar, deem peso à palavra e transformem o ator em interlocutor do espectador. E com as intenções de buscar o sentido do discurso para a sua realização, de fazer do palco um reflexo que permita um olhar crítico e de preparar a cena para que daí advenha a análise; e desta forma construir um teatro crítico que dialogue e não um que “diga”, que esteja à frente e não atrás de seu público.

Atividades

Exercícios brechtianos preparatórios. Encenações que estimulam o pensamento crítico. Trabalho de atuação com cenas. Análise da ação. Diálogo ator-personagem-distância. Pensamento crítico em cena. Trabalho para evidenciar contradições. Debate e problematização em torno das temáticas tratadas. Observação crítica e análise. Aproximação com o material teórico.

Conteúdo

  • Introdução. Aproximação ao distanciamento de Brecht: Primeira distância com a fábula: narração. Enunciação da ação. Trabalho de conscientização acerca das alternativas. Escolhas.
  • Teatro didático ou teatro de aprendizagem: Desmecanização do corpo e postura ideológica. Exploração de outras possibilidades expressivas. O que se quer ensinar? Exploração de meios para pôr em cena aquilo que se escolheu como primordial.
  • Teatro épico. Abordagens rumo a um teatro dialético: Mostrar e evidenciar a alienação e a liberdade de cada personagem. Busca do ponto de vista “historicizante”. Conscientização do que se faz para desnaturalizá-lo como inamovível e inquestionável. Não se trata de simplificar a caracterização, mas de desdobrar a contradição. Distanciamento. Sempre em primeira pessoa (eu-ator), sempre em terceira pessoa (o autor/o personagem/o outro).
  • Público: artistas interessados
  • Vagas: 15
  • Carga horária: 40 horas
  • Datas: de 2 a 13 de julho de 2018 – segunda a sexta, das 15h às 19h
  • Custo: gratuito
  • Local: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República
  • Inscrições: até 26 de junho pelo email brecht@companhiadofeijao.com.br, incluindo currículo resumido e carta de interesse
  • Resultados: contato direto com os selecionados e publicação no site (companhiadofeijao.com.br) e facebook da companhia até 29 de junho

A condutora

Laura Brauer é atriz, diretora e professora de interpretação. Formou-se em 2003 no Colégio Superior das Artes do Teatro e da Comunicação (CoSATyC – Argentina). Realizou cursos de clown com Daniel Casablanca e Hernán Gené. Cursou o seminário de “Comedia dell`arte” com Jorge Costa, Técnica Meisner com Yoska Lázaro e Iñaki Moreno. Formou-se em técnicas de “Teatro do Oprimido” com Augusto Boal (Brasil), Jana Sanskriti (India) e Till Baumann (Alemanha) , entre outros. Participou do curso da escola de teatro “Ernst Busch” (Berlim) com a atriz do Berliner Ensemble Carmen Maja Antoni e realizou o workshop de teatro documentário “Theatre and History. History Counts“, com Hans Werner Kroessiger, no Berliner Festspiele (Alemanha). Em 2005, torna-se bolsista da Secretaria de Cultura de la Nación para a investigação sobre técnicas do ator de BERTOLT BRECHT, em Berlim. Sobre a experiência, publica artigos na Revista “El Apuntador” e dá cursos para atores e não atores em Argentina e Brasil. Em 2007, é bolsista da Academia de Arte de Berlim e coordena o projeto “Actuarnos Otros” com base no Teatro do Oprimido. Com o grupo de mesmo nome, vem participando em festivais nacionais e internacionais. Sobre Teatro do Oprimido, deu cursos na Holanda, Portugal, Inglaterra, Brasil e Argentina. Em maio de 2010, recebe bolsa do Instituto Goethe para participar do “Forum Internacional”, em Berlim, no Berliner Festspiele. Em 2011, é convidada pela Secretaria de Cultura de Münster para realizar oficina para multiplicadores de Teatro do Oprimido, a qual desenvolve também em 2012, em Faro, Portugal. Como atriz, participa de diferentes peças em Buenos Aires, Berlim e Londres, entre elas, no grupo Des Armadero Teatro (prêmios de melhor peça e melhor atriz no Festival La Tigra – Chaco, com a peça “Objeto Mujer”). Em Berlim, atua no projeto TuSch, no teatro HAU 2, entre outros. Atua no Festival “CASA Latin American Theatre Festival”, em Londres, onde é artista associada. Em São Paulo realizou a peça “Potestad” junto a Celso Frateschi e com direção de Pedro Mantovani. Participou ainda da filmagem de “Opera dos Vivos”, com a Companhia do Latão, e do filme “Sem Raiz” de Renán Rovida. Respeito de trabalhos de Teatro do Oprimido, trabalhou em prisões, escolas, centros culturais e de bairros ao longo de oito anos. O Grupo que dirigiu trabalhou com a proposta fazendo apresentações na Argentina e participando de encontros internacionais. A respeito de trabalhos sobre B.Brecht participou da montagem de “Baal” em Berlim, na “Ernst Busch Schauspielschule” e em Buenos Aires de “Terror e Miséria do Terceiro Reich”; ”A exceção e a regra”; “Lux in Tenebris” e “Quanto custa o ferro?”. Atuou em “Santa Juana de los Mataderos” dirigida por Pedro Mantovani, adaptou e dirigiu “A compra do latão”, e adaptou e coordenou o projeto cénico da peça “A boa alma de Sezuan“. Organizou junto a seu grupo o I e II Encontro Internacional sobre “A POSSÍVEL ATUALIDADE DE BRECHT”, em 2012 e 2014 em Buenos Aires. Em São Paulo, é professora na Escola Livre de Teatro de Santo André e na UFABC e de cursos independentes sobre as propostas do Brecht e de Boal para atores e não atores.

Realização: Companhia do Feijão / Cooperativa Paulista de Teatro / Programa Municipal de Fomento ao Tetro para a Cidade de São Paulo / Prefeitura de São Paulo – Cultura

Este projeto foi contemplado pela 31ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

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CONCERTO CABARET no Feijão

Recebemos nos dias 19 e 20 de junho o show Concerto Cabaret, com Suzana Salles e Lincoln Antonio, dentro de nosso ciclo Pupu Rir de espetáculos convidados. A atividade é gratuita e integra nosso projeto Perversidades brasileiras (a hora do Show), contemplado pelo Programa Municipal de Fomento para a Cidade de São Paulo. As apresentações têm participação especial da Companhia do Feijão. Veja aqui a programação completa.

Concerto Cabaret – sinopse

Músicas de Bertold Brecht e Kurt Weill das peças A Ópera de Três Vintens, Mahagonny, Happy End e Os sete Pecados Capitais.

  • Voz: Suzana Salles
  • Piano: Lincoln Antonio

Participação especial: Rir pra não chorar – com a Companhia do Feijão

  • Quando: 19 e 20 de junho, terça e quarta, às 20h30
  • Ingressos: grátis – bilheteria aberta 1 hora antes das apresentações – sem possibilidade de reserva
  • Onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República – estacionamento conveniado
  • Capacidade: 50 lugares – com acesso a cadeirantes
  • Mais informações: companhiadofeijao.com.br / feijao@companhiadofeijao.com.br

Realização: Companhia do Feijão – Cooperativa Paulista de Teatro – Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo – Prefeitura de São Paulo / Cultura

Este projeto foi contemplado pela 31ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

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O PERRENGUE DA LONA PRETA no Feijão

Recebemos nos dias 12 e 13 de junho a Trupe Lona Preta, na abertura do ciclo Pupu Rir de espetáculos convidados, atividade gratuita de nosso projeto Perversidades brasileiras (a hora do Show), contemplado pelo Programa Municipal de Fomento para a Cidade de São Paulo. As apresentações têm participação especial da Companhia do Feijão. Veja aqui a programação completa.

O perrengue da Lona Preta – Sinopse

O “sagrado” direito à propriedade privada, símbolo da cultura oficial, é reinterpretado em O Perrengue da Lona Preta, um espetáculo inspirado na tradição circense. Nele os palhaços Rabiola e Chico Remela reconstroem, de forma divertida, os símbolos pretensamente eternos da ordem vigente.

Pesquisa

Três pilares configuram a pesquisa que resultou nesta montagem: textos de Hegel, Ariel Dorfman, Armand Mattelart, Marilena Chauí, Karl Marx e Oduvaldo Vianna Filho; o arquétipo cômico, cenas clássicas de circo, do palhaço popular, de rua, de feira; e a obra de Mikhail Bakhtin A Cultura Popular na Idade Média e no Renascimento: o contexto de François Rabelais. Surge daí um jogo de palhaços/bufões que não tem o menor interesse em que se estabilize o regime existente e o quadro do mundo dominante (impostos pela verdade oficial), e que tentam, assim, captar o mundo em devir, a alegre relatividade de todas as verdades limitadas de classe, o estado de não acabamento constante do mundo, a fusão permanente da mentira e da verdade, do mal e do bem, das trevas e da claridade, da maldade e da gentileza, da morte e da vida.

  • Direção: Sergio Carozzi
  • Elenco: Joel Carozzi, Sergio Carozzi
  • Figurinos: o grupo
  • Produção: Henrique Alonso

Participação especial: Rir pra não chorar – com a Companhia do Feijão

  • Quando: 12 e 13 de junho, terça e quarta, às 20h30
  • Ingressos: grátis – bilheteria aberta 1 hora antes das apresentações – sem possibilidade de reserva
  • Onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República – estacionamento conveniado
  • Capacidade: 50 lugares – com acesso a cadeirantes
  • Mais informações: companhiadofeijao.com.br / feijao@companhiadofeijao.com.br

Realização: Companhia do Feijão – Cooperativa Paulista de Teatro – Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo – Prefeitura de São Paulo / Cultura

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