CONCERTO CABARET no Feijão

Recebemos nos dias 19 e 20 de junho o show Concerto Cabaret, com Suzana Salles e Lincoln Antonio, dentro de nosso ciclo Pupu Rir de espetáculos convidados. A atividade é gratuita e integra nosso projeto Perversidades brasileiras (a hora do Show), contemplado pelo Programa Municipal de Fomento para a Cidade de São Paulo. As apresentações têm participação especial da Companhia do Feijão. Veja aqui a programação completa.

Concerto Cabaret – sinopse

Músicas de Bertold Brecht e Kurt Weill das peças A Ópera de Três Vintens, Mahagonny, Happy End e Os sete Pecados Capitais.

  • Voz: Suzana Salles
  • Piano: Lincoln Antonio

Participação especial: Rir pra não chorar – com a Companhia do Feijão

  • Quando: 19 e 20 de junho, terça e quarta, às 20h30
  • Ingressos: grátis – bilheteria aberta 1 hora antes das apresentações – sem possibilidade de reserva
  • Onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República – estacionamento conveniado
  • Capacidade: 50 lugares – com acesso a cadeirantes
  • Mais informações: companhiadofeijao.com.br / feijao@companhiadofeijao.com.br

Realização: Companhia do Feijão – Cooperativa Paulista de Teatro – Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo – Prefeitura de São Paulo / Cultura

Este projeto foi contemplado pela 31ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

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APROXIMAÇÃO AO DISTANCIAMENTO DE B.BRECHT – oficina gratuita no Feijão

Oferecemos em julho, gratuitamente, a oficina Aproximação ao Distanciamento de B. Brecht, com a atriz e diretora argentina Laura Brauer. A atividade integra o projeto Perversidades Brasileiras (A hora do Show), contemplado pela 31ª Edição do Programa de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

A oficina

Trata-se de uma primeira abordagem teórica e prática em torno das propostas de Bertolt Brecht para o teatro, com o objetivo de gerar um espaço para a reflexão e, diante da ação conjunta, possibilitar aos participantes interações que façam o corpo pensar, deem peso à palavra e transformem o ator em interlocutor do espectador. E com as intenções de buscar o sentido do discurso para a sua realização, de fazer do palco um reflexo que permita um olhar crítico e de preparar a cena para que daí advenha a análise; e desta forma construir um teatro crítico que dialogue e não um que “diga”, que esteja à frente e não atrás de seu público.

Atividades

Exercícios brechtianos preparatórios. Encenações que estimulam o pensamento crítico. Trabalho de atuação com cenas. Análise da ação. Diálogo ator-personagem-distância. Pensamento crítico em cena. Trabalho para evidenciar contradições. Debate e problematização em torno das temáticas tratadas. Observação crítica e análise. Aproximação com o material teórico.

Conteúdo

  • Introdução. Aproximação ao distanciamento de Brecht: Primeira distância com a fábula: narração. Enunciação da ação. Trabalho de conscientização acerca das alternativas. Escolhas.
  • Teatro didático ou teatro de aprendizagem: Desmecanização do corpo e postura ideológica. Exploração de outras possibilidades expressivas. O que se quer ensinar? Exploração de meios para pôr em cena aquilo que se escolheu como primordial.
  • Teatro épico. Abordagens rumo a um teatro dialético: Mostrar e evidenciar a alienação e a liberdade de cada personagem. Busca do ponto de vista “historicizante”. Conscientização do que se faz para desnaturalizá-lo como inamovível e inquestionável. Não se trata de simplificar a caracterização, mas de desdobrar a contradição. Distanciamento. Sempre em primeira pessoa (eu-ator), sempre em terceira pessoa (o autor/o personagem/o outro).
  • Público: artistas interessados
  • Vagas: 15
  • Carga horária: 40 horas
  • Datas: de 2 a 13 de julho de 2018 – segunda a sexta, das 15h às 19h
  • Custo: gratuito
  • Local: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República
  • Inscrições: até 26 de junho pelo email brecht@companhiadofeijao.com.br, incluindo currículo resumido e carta de interesse
  • Resultados: contato direto com os selecionados e publicação no site (companhiadofeijao.com.br) e facebook da companhia até 29 de junho

A condutora

Laura Brauer é atriz, diretora e professora de interpretação. Formou-se em 2003 no Colégio Superior das Artes do Teatro e da Comunicação (CoSATyC – Argentina). Realizou cursos de clown com Daniel Casablanca e Hernán Gené. Cursou o seminário de “Comedia dell`arte” com Jorge Costa, Técnica Meisner com Yoska Lázaro e Iñaki Moreno. Formou-se em técnicas de “Teatro do Oprimido” com Augusto Boal (Brasil), Jana Sanskriti (India) e Till Baumann (Alemanha) , entre outros. Participou do curso da escola de teatro “Ernst Busch” (Berlim) com a atriz do Berliner Ensemble Carmen Maja Antoni e realizou o workshop de teatro documentário “Theatre and History. History Counts“, com Hans Werner Kroessiger, no Berliner Festspiele (Alemanha). Em 2005, torna-se bolsista da Secretaria de Cultura de la Nación para a investigação sobre técnicas do ator de BERTOLT BRECHT, em Berlim. Sobre a experiência, publica artigos na Revista “El Apuntador” e dá cursos para atores e não atores em Argentina e Brasil. Em 2007, é bolsista da Academia de Arte de Berlim e coordena o projeto “Actuarnos Otros” com base no Teatro do Oprimido. Com o grupo de mesmo nome, vem participando em festivais nacionais e internacionais. Sobre Teatro do Oprimido, deu cursos na Holanda, Portugal, Inglaterra, Brasil e Argentina. Em maio de 2010, recebe bolsa do Instituto Goethe para participar do “Forum Internacional”, em Berlim, no Berliner Festspiele. Em 2011, é convidada pela Secretaria de Cultura de Münster para realizar oficina para multiplicadores de Teatro do Oprimido, a qual desenvolve também em 2012, em Faro, Portugal. Como atriz, participa de diferentes peças em Buenos Aires, Berlim e Londres, entre elas, no grupo Des Armadero Teatro (prêmios de melhor peça e melhor atriz no Festival La Tigra – Chaco, com a peça “Objeto Mujer”). Em Berlim, atua no projeto TuSch, no teatro HAU 2, entre outros. Atua no Festival “CASA Latin American Theatre Festival”, em Londres, onde é artista associada. Em São Paulo realizou a peça “Potestad” junto a Celso Frateschi e com direção de Pedro Mantovani. Participou ainda da filmagem de “Opera dos Vivos”, com a Companhia do Latão, e do filme “Sem Raiz” de Renán Rovida. Respeito de trabalhos de Teatro do Oprimido, trabalhou em prisões, escolas, centros culturais e de bairros ao longo de oito anos. O Grupo que dirigiu trabalhou com a proposta fazendo apresentações na Argentina e participando de encontros internacionais. A respeito de trabalhos sobre B.Brecht participou da montagem de “Baal” em Berlim, na “Ernst Busch Schauspielschule” e em Buenos Aires de “Terror e Miséria do Terceiro Reich”; ”A exceção e a regra”; “Lux in Tenebris” e “Quanto custa o ferro?”. Atuou em “Santa Juana de los Mataderos” dirigida por Pedro Mantovani, adaptou e dirigiu “A compra do latão”, e adaptou e coordenou o projeto cénico da peça “A boa alma de Sezuan“. Organizou junto a seu grupo o I e II Encontro Internacional sobre “A POSSÍVEL ATUALIDADE DE BRECHT”, em 2012 e 2014 em Buenos Aires. Em São Paulo, é professora na Escola Livre de Teatro de Santo André e na UFABC e de cursos independentes sobre as propostas do Brecht e de Boal para atores e não atores.

Realização: Companhia do Feijão / Cooperativa Paulista de Teatro / Programa Municipal de Fomento ao Tetro para a Cidade de São Paulo / Prefeitura de São Paulo – Cultura

Este projeto foi contemplado pela 31ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

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O PERRENGUE DA LONA PRETA no Feijão

Recebemos nos dias 12 e 13 de junho a Trupe Lona Preta, na abertura do ciclo Pupu Rir de espetáculos convidados, atividade gratuita de nosso projeto Perversidades brasileiras (a hora do Show), contemplado pelo Programa Municipal de Fomento para a Cidade de São Paulo. As apresentações têm participação especial da Companhia do Feijão. Veja aqui a programação completa.

O perrengue da Lona Preta – Sinopse

O “sagrado” direito à propriedade privada, símbolo da cultura oficial, é reinterpretado em O Perrengue da Lona Preta, um espetáculo inspirado na tradição circense. Nele os palhaços Rabiola e Chico Remela reconstroem, de forma divertida, os símbolos pretensamente eternos da ordem vigente.

Pesquisa

Três pilares configuram a pesquisa que resultou nesta montagem: textos de Hegel, Ariel Dorfman, Armand Mattelart, Marilena Chauí, Karl Marx e Oduvaldo Vianna Filho; o arquétipo cômico, cenas clássicas de circo, do palhaço popular, de rua, de feira; e a obra de Mikhail Bakhtin A Cultura Popular na Idade Média e no Renascimento: o contexto de François Rabelais. Surge daí um jogo de palhaços/bufões que não tem o menor interesse em que se estabilize o regime existente e o quadro do mundo dominante (impostos pela verdade oficial), e que tentam, assim, captar o mundo em devir, a alegre relatividade de todas as verdades limitadas de classe, o estado de não acabamento constante do mundo, a fusão permanente da mentira e da verdade, do mal e do bem, das trevas e da claridade, da maldade e da gentileza, da morte e da vida.

  • Direção: Sergio Carozzi
  • Elenco: Joel Carozzi, Sergio Carozzi
  • Figurinos: o grupo
  • Produção: Henrique Alonso

Participação especial: Rir pra não chorar – com a Companhia do Feijão

  • Quando: 12 e 13 de junho, terça e quarta, às 20h30
  • Ingressos: grátis – bilheteria aberta 1 hora antes das apresentações – sem possibilidade de reserva
  • Onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República – estacionamento conveniado
  • Capacidade: 50 lugares – com acesso a cadeirantes
  • Mais informações: companhiadofeijao.com.br / feijao@companhiadofeijao.com.br

Realização: Companhia do Feijão – Cooperativa Paulista de Teatro – Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo – Prefeitura de São Paulo / Cultura

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PUPU RIR – ciclo de espetáculos convidados no Feijão

A Companhia do Feijão realiza em junho um ciclo de apresentações próprias e de convidados intitulada Pupu Rir. A atividade, gratuita, integra o projeto Perversidades brasileiras (a hora do Show), contemplado pelo Programa Municipal de Fomento para a Cidade de São Paulo. Serão no total 8 apresentações de 4 espetáculos convidados, além de uma coletânea de cenas cômicas de espetáculos da companhia abrindo cada apresentação.

Os espetáculos

. O PERRENGUE DA LONA PRETA – com a Trupe Lona Preta – 12 e 13 de junho, terça e quarta, 20h30

Sinopse

O “sagrado” direito à propriedade privada, símbolo da cultura oficial, é reinterpretado em O Perrengue da Lona Preta, um espetáculo inspirado na tradição circense. Nele os palhaços Rabiola e Chico Remela reconstroem, de forma divertida, os símbolos pretensamente eternos da ordem vigente.

Pesquisa

Três pilares configuram a pesquisa que resultou na montagem: textos de Hegel, Ariel Dorfman, Armand Mattelart, Marilena Chauí, Karl Marx e Oduvaldo Vianna Filho; o arquétipo cômico, cenas clássicas de circo, do palhaço popular, de rua, de feira; e a obra de Mikhail Bakhtin A Cultura Popular na Idade Média e no Renascimento: o contexto de François Rabelais. Surge daí um jogo de palhaços/bufões que não tem o menor interesse em que se estabilize o regime existente e o quadro do mundo dominante (impostos pela verdade oficial), e que tentam, assim, captar o mundo em devir, a alegre relatividade de todas as verdades limitadas de classe, o estado de não acabamento constante do mundo, a fusão permanente da mentira e da verdade, do mal e do bem, das trevas e da claridade, da maldade e da gentileza, da morte e da vida.

  • Direção: Sergio Carozzi
  • Elenco: Joel Carozzi, Sergio Carozzi
  • Figurinos: o grupo
  • Produção: Henrique Alonso

. CONCERTO CABARET – com Suzana Salles e Lincoln Antonio – 19 e 20 de junho, terça e quarta, 20h30

Sinopse

Músicas de Bertold Brecht e Kurt Weill das peças A Ópera de Três Vintens, Mahagonny, Happy End e Os sete Pecados Capitais.

  • Voz: Suzana Salles
  • Piano: Lincoln Antonio

. CARNE – com a Kiwi Companhia de Teatro – 26 e 27 de junho, terça e quarta, 20h30

Sinopse

Carne discute as relações entre patriarcado e capitalismo, mostrando o panorama da opressão de gênero e a situação específica da violência contra as mulheres no Brasil. No trabalho cênico são utilizadas canções populares, imagens publicitárias, estatísticas sobre a violência contra as mulheres, trechos de romance, entre outros materiais.

  • Realização: Kiwi Companhia de Teatro
  • Direção geral: Fernando Kinas
  • Roteiro: Fernanda Azevedo e Fernando Kinas
  • Elenco: Fernanda Azevedo e Mônica Rodrigues
  • Direção musical: Eduardo Contrera
  • Execução musical: Luciana Fernandes
  • Direção de produção e assistência de direção: Luiz Nunes
  • Assistência de produção: Dani Embón
  • Tratamento de imagens: Gavin Adams
  • Iluminação e operação de luz: Clébio Souza (Dedê)
  • Conceção de espaço: Fernando Kinas
  • Figurino: Fernanda Azevedo
  • Programação visual: Paulo Emílio Buarque de Holanda

. SHOW DO PIMPÃO – com a Brava Companhia – 29 e 30 de junho, sexta e sábado, 20h30

Sinopse

Numa localidade qualquer da periferia do capitalismo três miseráveis artistas se juntam para tentar arrecadar algum numerário que lhes garanta a refeição do dia. Em tempos de crise, fazer graça com a própria desgraça foi a única alternativa que lhes restou como forma de sobrevivência. E se o show não lhes rende o suficiente para comer, ao menos o barulho das risadas do público ajuda a abafar o ronco dos seus estômagos vazios, e a tentar esquecer a própria desnutrição. Seria trágico… Se não fosse cômico.

Concepção cênica

Show do Pimpão é uma peça de teatro construída para a apresentação em ruas, praças ou espaços alternativos, e que aposta no grotesco como elemento estético para abordar, de forma crítica e cômica, algumas temáticas pertinentes aos dias atuais: dinheiro, trabalho, política e arte. A dramaturgia, construída na forma de um esquete humorístico no qual atuam um ventríloquo, seu boneco (interpretado por um ator) e um músico, se revela, no decorrer de sua encenação, um show-golpe elaborado por artistas-vigaristas: a derradeira tentativa desse trio, pela via da arte e da cultura, de garantir alguma subsistência – seu último recurso antes de se entregar a barbárie. Os três personagens que conduzem a ação cênica representam figuras que sobrevivem à margem do sistema econômico – sem acesso a trabalhos formais, a direitos básicos e ao consumo – tornando-se, assim, criaturas socialmente deformadas.

  • Criação: Brava Companhia
  • Direção e Dramaturgia: Ademir de Almeida
  • Direção musical: Joel Carozzi
  • Atores: Fábio Resende, Márcio Rodrigues e Max Raimundo
  • Figurinos: Cris Lima, Márcio Rodrigues e Rafaela Carneiro
  • Cenário: Joel Carozzi, Márcio Rodrigues e Sérgio Carozzi
  • Design gráfico: Ademir de Almeida
  • Fotos: Fábio Hirata e Fernando Solidade
  • Produção: Kátia Alves

. RIR PRA NÃO CHORAR – com a Companhia do Feijão – todas as noites do ciclo, antes de cada espetáculo convidado

Sinopse

Colagem de cenas cômicas presentes em alguns espetáculos da Companhia do Feijão apresentadas como abertura de cada espetáculo convidado, com roteiros diferentes a cada noite. Estas cenas, bem como os espetáculos convidados, se integram à pesquisa atualmente desenvolvida pela companhia.

  • Em cena: Eduardo Schlindwein, Fernanda Haucke, Pedro Pires, Vera Lamy e Zernesto Pessoa
  • Concepção e seleção de cenas: o grupo
  • Direção e Dramaturgia: Pedro Pires

PUPURRIR – ciclo de espetáculos convidados – junho 2018

  • Ingressos: grátis – bilheteria aberta 1 hora antes das apresentações – sem possibilidade de reserva
  • Onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República – estacionamento conveniado
  • Capacidade: 50 lugares – com acesso a cadeirantes
  • Mais informações: companhiadofeijao.com.br / feijao@companhiadofeijao.com.br

Realização: Companhia do Feijão / Cooperativa Paulista de Teatro / Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo / Prefeitura de São Paulo – Cultura

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MANUELA na Próxima Companhia

Manuela - foto José RomeroCom concepção e dramaturgia de Vera Lamy, Manuela estará no Espaço  Cultural A Próxima Companhia em maio em duas únicas apresentações.

Manuela é uma história de amizade entre o escritor e sua máquina de escrever. É o nome dado por Mário de Andrade à sua máquina em homenagem ao escritor e amigo Manuel Bandeira. Em meio a reflexões de companheira, a narrativa se dá do ponto de vista da máquina, que conta quem foi esse brasileiro morador da Lopes Chaves através de sua poesia e correspondência intensas.

  • Concepção e dramaturgia: Vera Lamy
  • Direção musical e trilha original: Lincoln Antonio
  • Em cena: Lincoln Antonio e Vera Lamy
  • Cenografia: Pedro Pires
  • Figurino: Anahí Asa
  • Luz: Zernesto Pessoa e Rafael Araújo
  • quando: 24 e 25 de maio, quinta e sexta, às 21h
  • ingresso: contribuição consciente
  • onde: Espaço Cultural A Próxima Companhia – R. Barão de Campinas 529 (metrô Sta. Cecília) – (11) 3331.0653 – www.aproximacompanhia.com.br
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Selecionados para oficina – Explorações da forma cabaré

Lista de selecionados para a oficina EXPLORAÇÕES DA FORMA CABARÉ com Renan Tenca e Fernanda Haucke.

Aline Manaroubas / Ana Paula Neves / Andréa Soares / Carlos Jordão / Clara Campos / Cris Daniels / Eduardo Schlindwein / Iraci Santos / Jhonatan Henrique / João Pedro / José Ramos / Lígia Cosse / Lucas D’Alessandro / Filipe Augusto / Márcio Dias Bueno / Mila Fogaça / Suelen Moreira / Thaís Rossi

DATAS e HORÁRIOS
de 22 a 26 de maio de 2018
-22 a 25 de maio – terça a sexta – 18h às 22h
-26 de maio – sábado – 15h às 19h

LOCAL: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República

Como conteúdo complementar à carga horária da oficina, serão exibidos 3 filmes ligados ao tema, com presença recomendada aos participantes selecionados e abertos ao público:
Dia 22/05 – 16h – Cabaret (direção de Bob Fosse)
Dia 23/05 -16h- Dzi Croquettes (direção de Tatiana Issa e Raphael Alvarez)
DIA 24/05 – 16h – Vocês, os vivos (direção de Roy Andersson)

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OFICINA GRÁTIS em maio – EXPLORAÇÕES DA FORMA CABARÉ

OFICINA – maio 2018

Explorações da forma Cabaré – com Renan Tenca e Fernanda Haucke

A Companhia do Feijão abre seu processo criativo em uma oficina prática de pesquisa, gratuita, coordenada pelo ator e diretor Renan Tenca e pela atriz e coreógrafa Fernanda Haucke. A atividade faz parte do projeto PERVERSIDADES BRASILEIRAS (A hora do show), contemplado pela 31ª Edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

Conteúdo

Nos encontros serão explorados procedimentos derivados do estudo da forma cabaré, suas respectivas influências na tradição revisteira no Brasil e seus frutos na indústria cultural, estabelecendo como critério para a investigação as experiências estéticas vinculadas à transgressão da normatividade, à revisão crítica de atualidades e à experimentação artística (cabarés literários). Para isso, investigando elementos cênicos estruturais como coreografia, música, performance e dramaturgia, o trabalho buscará explorar um conjunto de práticas que possibilite abordar a atualidade brasileira sob o ímpeto de provocação, narratividade e humor – considerando, finalmente, de que forma determinados aspectos do nosso tempo (como o audiovisual, a Internet e os meios de comunicação de massa) determinam subjetividades e, portanto, desafios para a elaboração de uma plataforma contemporânea que possibilite a atuação cabareteira de mestras e mestres sem cerimônia.

  • Público: Artistas interessados(as) em teatro, dança, performance, música e audiovisual
  • Vagas: 20*
    • *além do limite estabelecido em 20 participantes, haverá outras vagas para funções específicas na pesquisa, assim distribuídas: figurino (4 vagas), composição musical (4 vagas), edição e operação de som (2 vagas) e edição e operação de vídeo (2 vagas).
  • Carga horária: 20 horas
  • Datas – de 22 a 26 de maio de 2018
    • 22 a 25 de maio – terça a sexta – 18h às 22h
    • 26 de maio – sábado – 15h às 19h
  • Custo: gratuito
  • Local: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República
  • Inscrições: até 18 de maio pelo endereço cabare@companhiadofeijao.com.br, incluindo currículo resumido, carta de interesse e um material (vídeo, foto, texto, áudio etc.) diante do qual é preciso RIR PARA NÃO CHORAR (de autoria ou não do candidato)
  • Resultados: contato direto com os selecionados e publicação no site (companhiadofeijao.com.br) e facebook da companhia até 21 de maio

Exibição de filmes – atividade complementar

Como conteúdo complementar à carga horária da oficina, serão exibidos 3 filmes ligados ao tema, com presença recomendada aos participantes selecionados e abertos ao público: Cabaret (Bob Fosse), Dzi Croquettes (Tatiana Issa e Raphael Alvarez) e Império dos sonhos (David Lynch). Datas – 22, 23 e 24 de maio – terça, quarta e quinta – 16h

Os condutores

Renan Tenca | Formado em Atuação pela Escola de Arte Dramática (EAD-ECA-USP) e em Direção Teatral pelo Bacharelado em Artes Cênicas (CAC-ECA-USP). Coordenador da plataforma KBR (2016), voltada para a investigação da atualidade da forma cabaré em perspectiva crítica a objetos e temas da mídia e da indústria cultural. É diretor, dramaturgo e performer no espetáculo Cabaré García! (2015) e integrou o núcleo artístico do grupo Teatro de Narradores entre 2011 e 2016.

Fernanda Haucke | Atriz, bailarina e produtora. Formada em atuação pela Escola de Arte Dramática (EAD-ECA-USP). Integrante da Companhia do Feijão desde 2002, onde coordenou núcleos criativos sobre linguagens não-verbais e sobre guerras desconhecidas do Brasil. Desde 1997 participa dos workshops da companhia francesa «à fleur de peau», com Denise Namura e Michael Bugdahn, e em 2015 obteve certificado na técnica Ivaldo Bertazzo.

Realização: Companhia do Feijão / Cooperativa Paulista de Teatro / Programa Municipal de Fomento ao Tetro para a Cidade de São Paulo / Prefeitura de São Paulo – Cultura

Este projeto foi contemplado pela 31ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

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Selecionados para oficina – O ofício do ator dramaturgo épico

Selecionados para a oficina O ofício do ator dramaturgo épico – técnicas narrativas, da Companhia do Feijão, conduzida por Pedro Pires:

  • Agnaldo Costa / Chico Américo / Chico Guerra / Cris Daniels / Felipe Mendes / Henrique Yukio Vidal / Hugo Kloeckner / Igor Maycon / Jamile Rai / João Marcos Duarte / José Cássio Ramos / Juliana Campos / Lucas Asseituno / Maria Brighenti / Maricy Heintz / Patricia Britto / Patricia Sampaio / Rafaela Xavier

Os selecionados deverão comparecer à sede da companhia – R. Dr. Teodoro Baima 68, República (próxima ao metrô República) – no dia 15 de maio, terça-feira, às 18h.

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OFICINA GRÁTIS em maio – O OFÍCIO DO ATOR DRAMATURGO ÉPICO – TÉCNICAS NARRATIVAS – inscrições encerradas

OFICINA – maio 2018

O ofício do ator dramaturgo épico – técnicas narrativas – com Pedro Pires

A Companhia do Feijão abre seu processo criativo em uma oficina prática gratuita, coordenada pelo diretor e dramaturgo Pedro Pires. A atividade faz parte do projeto PERVERSIDADES BRASILEIRAS (A hora do show), contemplado pela 31ª Edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

Conteúdo

Experiências teatrais a partir da metodologia de trabalho que Pedro Pires desenvolveu na Companhia do Feijão, reunindo exercícios físicos e práticas para o trabalho do ator narrador épico a partir de estímulos literários, pessoais e de observação direta da realidade.

  • Público: artistas teatrais a partir de 18 anos
  • Vagas: 15
  • Carga horária: 20 horas
  • Datas: de 15 a 19 de maio de 2018
    • 15 a 18 de maio – terça a sexta – 18h às 22h
    • 19 de maio – sábado – 14h às 18h
  • Custo: gratuito
  • Local: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República
  • Inscrições: até 9 de maio pelo endereço narrativas@companhiadofeijao.com.br, incluindo currículo resumido e carta de interesse
  • Resultados: contato direto com os selecionados e publicação no site (companhiadofeijao.com.br) e facebook da companhia até 11 de maio

O condutor

Pedro Pires | Fundador da Companhia do Feijão, é diretor, dramaturgo, ator e professor formado pela École Internationale de Théâtre Jacques Lecoq (França), Fundação Getúlio Vargas e Universidade de São Paulo.

Realização: Companhia do Feijão / Cooperativa Paulista de Teatro / Programa Municipal de Fomento ao Tetro para a Cidade de São Paulo / Prefeitura de São Paulo – Cultura

Este projeto foi contemplado pela 31ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

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BAIÃO DE SPOKENS – única apresentação no Feijão

Da oralidade popular ao Spoken Word – vertente artística que contempla o ritmo da palavra falada – o show mescla performances poéticas com experimentações sonoras e ritmos musicais diversos, além de incorporar elementos visuais e de intervenção urbana, reunindo artistas que buscam na construção dos versos e narrativas a potência de seus trabalhos autorais. Esta apresentação – numa data tão emblemática – contará com as participações especiais de Almir Rosa e Jefferson Silvério.

  • Caco Pontes – voz, concepção e direção geral
  • Caleb Mascarenhas – programações e sintetizadores
  • Felipe Chacon – bateria
  • Leo Costa – sax
  • Ligia Kamada – voz e percussão
  • Lua Bernardo – contrabaixo e voz
  • Duda Gomes – engenharia de som
  • Camila Marquez – projeções
  • Maria Fernanda Carmo – produção
  • quando: 13 de maio, domingo, 20h
  • ingresso: pague quanto puder – bilheteria aberta às 19h
  • onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República
  • lotação: 50 lugares – com acesso a cadeirantes – ACESSÍVEL EM LIBRAS
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