COR DE CHUMBO no Feijão

Recebemos em dezembro o musical Cor de chumbo, que retrata uma casa de shows nos anos 70, horas antes de abrir. A boate é gerenciada por Patrícia, uma ex-prostituta que agora faz shows musicais e é a atração principal da casa. Patrícia é amante de um general que, naquela noite, virá assistir ao show. Enquanto ensaia e passa as músicas, acompanhada por um pianista, conversa sobre o cotidiano, o medo da violência em tempos de ditadura e seu relacionamento amoroso. Um retrato íntimo dos anos de chumbo no Brasil.

  • Atriz, Cantora: Lilian de Lima
  • Pianista: Gustavo Fiel / Thiago Tognoli Neves
  • Composições inéditas: William Guedes, Milton Morales Filho, Rodrigo Mercadante e Lilian de Lima
  • Direção musical: William Guedes
  • Texto, Direção: Milton Morales Filho
  • Preparação de Ator: Carlos Morelli
  • Produção: Lilian de Lima
  • Assistente de Producão: Lívia Sales
  • Luz: Aline Santini
  • Operação de Luz: Rozanna Lazzaro
  • quando: de 4 a 20 de dezembro, sextas e sábados às 21h, domingos às 20h
  • ingressos: R$ 20 e R$ 10 – no dia 13, excepcionalmente, entrada franca
  • duração: 70 min
  • classificação etária: 14 anos

cor de chumbo

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O Ó DA VIAGEM – últimas apresentações!

o ó da viagemComplementando nossas homenagens a Mário de Andrade no ano do 70º aniversário de sua morte, reapresentamos em novembro O ó da viagem.

O espetáculo é resultado artístico do cruzamento dos diários de viagem de Mário de Andrade – publicados postumamente como O turista aprendiz – com os diários da companhia em itinerário parcialmente idêntico ao do escritor pelo Sertão do Cariri (PE e PB).

Estreado em 1999, O ó da viagem foi remontado em 2008 em comemoração ao 10º aniversário da companhia, por reunir em si os pontos de partida que se transformariam nos pilares da pesquisa formal e temática hoje praticada pelo grupo.

Em cena, um coro de viajantes-narradores paulistas desdobra-se em múltiplos personagens para observar com olhos de “estrangeiro” o universo sertanejo do Nordeste. Por meio de linguagens e canções populares sucedem-se episódios cômicos e trágicos sobre temas que vão do anti-herói do sertão (o sobrevivente) ao cotidiano da seca e à fina-flor da aristocracia rural.

  • em cena: Fernanda Rapisarda, Flávio Pires, Irací Tomiatto, Pedro Pires e Zernesto Pessoa
  • direção e dramaturgia: Pedro Pires
  • direção musical: Walter Garcia
  • cenografia e adereços: Petronio Nascimento
  • figurinos, desenhos e pinturas: Guto Togniazzolo e Edu Garudah
  • iluminação: Pedro Pires e Zernesto Pessoa
  • boneco: Mônica Simões
  • quando: até 29 de novembro, sábados e domingos às 20h
  • onde: Companhia do Feijão
  • ingressos: gratuitos, retirados diretamente na bilheteria aberta com uma hora de antecedência
  • capacidade: 50 lugares
  • classificação etária: livre
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SATYRIANAS com Chica Boa e O ó da viagem no Feijão

Dentro das Satyrianas 2015 a Companhia do Feijão, além das apresentações de seu espetáculo O ó da viagem, já em temporada (ver post abaixo), recebe o espetáculo Chica Boa, em única apresentação.

Chica Boa

chica boaCriado pelo Núcleo Chica Boa a partir de texto original de Paulo Magalhães, o espetáculo conta a história de Chica, moça irreverente e avançada para sua época, que decide procurar o pai que não conhece. Ao encontrá­-lo depara-se também com sua nova família, dominada por costumes austeros que pouco a pouco irá modificar.

  • Texto: Paulo Magalhães
  • Direção: Fernando Neves
  • Elenco: Eliana Bolanho, Flávio Pires, Guto Togniazzolo, Juliana Gontijo, Kátia Daher, Nereu Afonso e Vera Abbud
  • Direção Musical: Fernando Esteves
  • Figurinos e Visagismo: Carol Badra
  • Cenografia: Fernando Neves, Marcelo Andrade e Zé Valdir
  • Iluminação: Eduardo Reyes
  • quando: 20 de novembro, quinta, às 20h
  • ingressos: pague quanto puder
  • onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68, República
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SONHOS SONHOS SÃO: OS PERSONAGENS DOS ROMANCES DE CHICO BUARQUE – curso livre no Feijão

Dentro de nosso projeto Brasil, fábrica de sonhos – Pesadelo?, abrimos ao público mais um curso extensivo, desta vez para análise de romances de Chico Buarque, base literária para o novo trabalho de criação da companhia. A pesquisadora Malu Rangel, coordenadora do ciclo de encontros, explica:

“A proposta central dos encontros é abordar os ciinco últimos romances escritos por Chico Buarque – Estorvo (1991), Benjamin (1995), Budapeste (2003), Leite derramado (2009) e O irmão alemão (2014). Para circundar as obras, partiremos do ponto de vista dos protagonistas das narrativas: o que cada um deles traz como sujeito de seu tempo histórico? Como suas paixões, seus preconceitos, suas caminhadas a esmo e suas imobilidades os fazem saltar das páginas dos livros para se transformar em nossos pares contemporâneos? O que eles veem; o que encobrem? O que nos fazem enxergar, combater ou… aceitar?

De Estorvo a O irmão alemão há, claramente, um projeto literário com o qual Chico Buarque se compromete. Não apenas por Chico carregar consigo a alcunha de “intérprete do Brasil” assumida, cobrada, como cancionista e, agora, como autor. Mas essencialmente porque, em seus romances, parece haver um esforço consciente por parte do artista para entender o Brasil:

“Eu sou uma pessoa muito afetiva, uma pessoa que age por afeto. Eu sou o homem cordial. Eu sou um homem que age por impulso. Esse meu lado afetivo está talvez na música, que sofre esses arroubos afetivos. Eu faço uma distinção bastante clara: na literatura sou um cidadão sem afetos. O fato de estar solitário escrevendo um livro que vai ser apresentado em público e que vai ser lido individualmente, isso me despe um pouco desse sujeito atirado e algo ingênuo. Já a música me emociona, eu fico em lágrimas. Eu sou um bobo como músico. Mas tenho o outro lado, racional e muito crítico, muito seco, que é um lado que quase não cabe na música, que precisa de outro veículo.” [A entrevista completa está disponível em http://www.chicobuarque.com.br/texto/mestre.asp?pg=entrevistas/entre_09_01_94.htm]

Antes, há um esforço consciente para entender a (de)formação do país em nossos dias. E tal projeto é apresentado através do ponto de vista de certa classe social, de onde saem os protagonistas dos romances buarquianos. Resta saber se aquilo que começa como projeto – em profundo ajuste entre intenção e forma – que desordena os leitores do romance, assim como o mundo cá fora baratina os cidadãos, acaba, ao menos por hora, como mero acerto de contas com a própria história.

ENCONTRO 1 | 4/11/2015 | 16h às 17h30 – Leite derramado | com Malu Rangel

Textos sugeridos para o encontro:

  • Chico Buarque, Leite derramado (São Paulo: Companhia das Letras, 2009).
  • Roberto Schwarz, “Cetim laranja sobre fundo escuro”, in Martinha versus Lucrecia (São Paulo: Companhia das Letras, 2012).
  • Roberto Schwarz, “Uma desfaçatez de classe”, in Um mestre na periferia do capitalismo (São Paulo: Duas Cidades/Editora 34, 2000). Especialmente as partes: “Observações iniciais”, “Um princípio formal” e “A sorte dos pobres”.
  • Walter Garcia, “Elementos para a crítica da estética do Racionais MC’s (1990-2006)”, in Revista Ideias, n.7 (2º semestre de 2013). Especialmente a parte sobre a canção “Sinhá” (p. 101 a 106). Disponível em: http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:mtLhQRINsXkJ:www.ifch.unicamp.br/ojs/index.php/ideias/article/view/1495+&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br

Vídeos sugeridos para o primeiro encontro:

  • ENCONTRO 2 | 11/11/2015 | 16h às 17h30 – Estorvo | com Edu Teruki Otsuka e Ivone Dare Rabello
  • ENCONTRO 3 | 18/11/2015 | 16h às 17h30 – O irmão alemão | com Malu Rangel
  • ENCONTRO 4 | 25/11/2015 | 16h às 17h30 – Budapeste | com Walter Garcia
  • ENCONTRO 5 | 2/12/2015 | 16h às 17h30 – Benjamin | com Maria Rita Kehl

(Na semana anterior a cada encontro, os palestrantes divulgarão os textos e vídeos específicos, se houver).”

INSCRIÇÕES livres e gratuitas em romances@companhiadofeijao.com.br

ONDE: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República

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MANUELA em últimas apresentações no Feijão

Manuela - foto José RomeroManuela é uma história de amizade entre o escritor e sua máquina de escrever. É o nome dado a ela por Mário de Andrade, em homenagem ao escritor e amigo Manuel Bandeira. É do ponto de vista da máquina a narrativa da história. É ela que conta quem foi esse brasileiro, através da poesia e da correspondência do morador da Lopes Chaves e de suas reflexões de companheira.

  • Concepção e dramaturgia: Vera Lamy
  • Direção musical e trilha original: Lincoln Antonio
  • Em cena: Lincoln Antonio e Vera Lamy
  • Preparação corporal: José Romero
  • Preparação vocal: Rodrigo Mercadante
  • Orientação literária: Iná Camargo Costa
  • Orientação dramatúrgica: Milton Morales Filho
  • Cenografia: Pedro Pires
  • Cenotécnicos: Edson Luna e Elton Santos
  • Figurino: Anahí Asa
  • Costureiro: Enrique Casas
  • Iluminação: Zernesto Pessoa
  • Operação de luz: Rafael Araújo
  • Fotos: José Romero, Cacá Bernardes e Bruna Lessa
  • Vídeo: Cacá Bernardes e Bruna Lessa
  • Comunicação: Sylvio Novelli e Zernesto Pessoa
  • Produção executiva: Vera Lamy

Filme A compra da máquina

  • Com: Rodrigo Mercadante (Mário de Andrade), Vera Lamy (Manuela), Lincoln Antonio (viola) e José Luiz Franco (vendedor da máquina)
  • Roteiro: Vera Lamy
  • Direção e edição: Leandro Goddinho
  • Direção de fotografia: Bruno Risas

Agradecimentos: Ana Maria Machado, Amparo Carneiro, Carlos Augusto Calil, Contadores de Mentira, Fagundes Emanuel, Irací Tomiatto, João Attuy, Marcelo Raffa’s, Mariana Ribeiro e Pema – máquinas para escritório e informática

quando: até 2 de novembro de 2015 – sábados, domingos e segundas às 20h
ingressos: gratuitos, retirados diretamente na bilheteria, aberta uma hora antes das apresentações
na companhia do feijão: r. dr. teodoro baima 68 – república – (11) 3259.9086

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CURSOS EXTENSIVOS no Feijão

De outubro a dezembro de 2015 teremos em nosso espaço dois cursos extensivos ligados ao projeto Brasil, fábrica de sonhos – Pesadelo?.

1. QUESTÕES DA HEGEMONIA CULTURAL – 13, 20 e 27 de outubro e 3 de novembro, terças-feiras, das 15h às 16h30

Conduzido pela pesquisadora e professora da USP Maria Elisa Cevasco e dividido em 4 aulas, este curso abordará:

  • Um olhar histórico: o papel da cultura no discurso crítico dos anos 1930 até o presente
  • Momento 1960: novas teorias, novas práticas
  • O que se passa no Brasil – Antonio Candido e Roberto Schwarz
  • Os impasses do presente: o novo tempo do mundo.

Inscrições gratuitas pelo endereço hegemonia@companhiadofeijao.com.br

2. ROMANCES DE CHICO – 4, 11, 18 e 25 de novembro e 2 dezembro, quartas-feiras, das 16h30 às 18h30

Coordenado pela pesquisadora Malu Rangel, neste curso serão analisados romances de Chico Buarque, base literária estrutural da pesquisa cênica que se inicia.

Inscrições gratuitas pelo endereço romances@companhiadofeijao.com.br

ONDE: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República

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CASA DA TIA CIATA no Feijão – homenagem a Mário de Andrade

Como parte de nosso novo projeto Brasil, fábrica de sonhos – Pesadelo?, abrimos nossa sede a espetáculos e encontros artísticos em homenagem à passagem do 70º aniversário da morte de Mário de Andrade, com a participação do núcleo artístico da companhia e convidados.

Os encontros são inspirados na Casa da Tia Ciata (Hilária Batista de Almeida), que ficava no centro do Rio de Janeiro e foi frequentada por Mário de Andrade, que a mencionou no romance Macunaíma (capítulo VII, Macumba). Lá as festas eram famosas; além das celebrações de raiz africana, também se reuniam músicos e compositores importantes, anônimos e famosos, em festas profanas nas quais se destacavam as rodas de partido-alto. Dos seus frequentadores habituais, que incluíam Pixinguinha, Donga, Heitor dos Prazeres, João da Baiana, Sinhô e Mauro de Almeida, nasceu o samba.

A partir do tripé sala-cozinha-terreiro, espaços básicos de uma casa imaginária, entre os dias 8 e 11 de outubro a sede da companhia recebe um conjunto de apresentações ligadas à cultura erudita (sala), popular (cozinha) e de raiz africana (terreiro); temporadas dos espetáculos Manuela e O ó da Viagem, inspirados na vida e em obras de Mário de Andrade, completam a programação comemorativa em outubro e novembro.

Haverá ainda uma apresentação especial do espetáculo Manuela no dia 9 de outubro, dia de nascimento do homenageado, na Oficina da Palavra Casa Mário de Andrade, que funciona na casa onde morou o escritor.

PROGRAMAÇÃO GRATUITA – 9 a 11 de outubro de 2015

na Sede da Companhia do Feijão

  • dia 9, sexta-feira, 22h – dia de nascimento de Mário de Andrade
  • ShowSafadezas do samba
  • LeituraPrimeiro de maio
  • dia 10, sábado, 2oh
  • EspetáculoManuela
  • ShowBloco Afro Ilú Obá de Min canta Maria Carolina de Jesus
  • dia 11, domingo, 20h
  • EspetáculoManuela
  • Sarau – poemas de Mário de Andrade

na Oficina da Palavra Casa Mário de Andrade

  • dia 9, sexta-feira, 19h – apresentação especial
  • EspetáculoManuela

APRESENTAÇÕES

Safadezas do samba

Divertidas crônicas construídas pela Cia. do Tijolo a partir do diálogo entre sambas das décadas de 1920, 30 e 40 e a realidade brasileira atual.

Conto de Mário de Andrade

Primeiro de maio, publicado em Contos novos – com Rodrigo Mercadante.

Poemas de Mário de Andrade

Extraídos das obras Há uma gota de sangue em cada poema, O carro da miséria e Lira Paulistana – com Fernanda Rapisarda e Guto Togniazzolo.

Ilú Obá de Min canta Carolina Maria de Jesus

No ano em que comemora 10 anos de existência, o Bloco Afro Ilú Obá De Min, com seus djembés, xequerês, agogôs, alfaias, dança e voz, homenageia a escritora Carolina Maria de Jesus.

Manuela

Manuela - foto de José RomeroManuela é uma história de amizade entre o escritor e sua máquina de escrever. É o nome dado a ela por Mário de Andrade, em homenagem ao escritor e amigo Manuel Bandeira. É do ponto de vista da máquina a narrativa da história. É ela que conta quem foi esse brasileiro, através da poesia e da correspondência do morador da Lopes Chaves e das suas reflexões de companheira.

  • Concepção e dramaturgia: Vera Lamy
  • Em cena: Vera Lamy e Lincoln Antonio
  • Direção musical e música original: Lincoln Antonio
  • Preparação vocal: Rodrigo Mercadante
  • Preparação corporal: José Romero
  • Cenografia: Pedro Pires
  • Iluminação: Zernesto Pessoa
  • Imagem: Leandro Goddinho
  • Operação de luz: Rafael Araújo

Endereços:

  • Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República
  • Oficina da Palavra Casa Mário de Andrade – R. Lopes Chaves 546 – Barra Funda
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MANUELA – último dia!

Encerrando a programação em memória de Mário de Andrade, em parceria da Companhia do Feijão com o Sesc Ipiranga, o espetáculo Manuela tem sua última apresentação hoje, 7 de outubro, às 21h30.

A ocupação da companhia no Sesc Ipiranga celebra a passagem do 70º aniversário da morte de Mário de Andrade com um painel minimamente representativo da infinidade de áreas por onde ele incansavelmente transitou, olhando e agindo com profundidade reveladora sobre o Brasil e os brasileiros, seu imaginário, identidades e conflitos.

Manuela

Manuela é uma história de amizade entre o escritor e sua máquina de escrever. É o nome dado por Mário de Andrade à sua máquina em homenagem ao escritor e amigo Manuel Bandeira. É do ponto de vista da máquina a narrativa da história. É ela que conta quem foi esse brasileiro, através da poesia e da correspondência do morador da Lopes Chaves e das suas reflexões de companheira.

  • Concepção e dramaturgia: Vera Lamy
  • Direção musical e música original: Lincoln Antonio
  • Em cena: Vera Lamy e Lincoln Antonio
  • Preparação vocal: Rodrigo Mercadante
  • Preparação corporal: José Romero
  • Cenografia: Pedro Pires
  • Figurino: Anahí Asa
  • Iluminação: Zernesto Pessoa
  • Imagem: Leandro Goddinho

Manuela

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BATE-PAPO com Sérgio de Carvalho e Pedro Pires no Sesc Ipiranga

A programação comemorativa 70 anos sem Mário de Andrade, em parceria entre a Companhia do Feijão e o Sesc Ipiranga, prossegue com dois bate-papos sobre questões ligadas à ação e visão do homenageado sobre assuntos determinantes para o momento contemporâneo.

Poética e visão social na obra de Mário de Andrade                                                  dia 17/09, quinta, às 19h30

Encontro em que serão abordadas relações entre arte e preocupação social na obra do escritor, músico e pesquisador Mário de Andrade, seu valor universal, sua contribuição para a teoria artística e a importância de seus pensamentos para a criação teatral contemporânea. Com Sérgio de Carvalho (diretor, dramaturgo, crítico, pesquisador e professor da Universidade de São Paulo e um dos fundadores da Companhia do Latão) e Pedro Pires (diretor, dramaturgo, professor do Teatro Escola Célia Helena e um dos fundadores da Companhia do Feijão). Mediação de Vera Lamy (atriz e dramaturga da Companhia do Feijão). Acima de 12 anos. Grátis. Convivência.

Na próxima quinta, dia 24/09, acontece um segundo encontro, com a presença de Celso Frateschi e Luis Carlos Moreira, para discutir Cultura e política em Mário de Andrade.

Sesc Ipiranga – Rua Bom Pastor 822

poética e visão social em mário de andrade

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MANUELA – últimas apresentações no Sesc Ipiranga

A programação da Companhia do Feijão em memória de Mário de Andrade, em parceria com o Sesc Ipiranga, prossegue com o espetáculo Manuela até o dia 7 de outubro, às terças e quartas às 21h30.

A ocupação da companhia no Sesc Ipiranga celebra a passagem do 70º aniversário da morte de Mário de Andrade com um painel minimamente representativo da infinidade de áreas por onde ele incansavelmente transitou, olhando e agindo com profundidade reveladora sobre o Brasil e os brasileiros, seu imaginário, identidades e conflitos.

Manuela

Manuela é uma história de amizade entre o escritor e sua máquina de escrever. É o nome dado por Mário de Andrade à sua máquina em homenagem ao escritor e amigo Manuel Bandeira. É do ponto de vista da máquina a narrativa da história. É ela que conta quem foi esse brasileiro, através da poesia e da correspondência do morador da Lopes Chaves e das suas reflexões de companheira.

  • Concepção e dramaturgia: Vera Lamy
  • Direção musical e música original: Lincoln Antonio
  • Em cena: Vera Lamy e Lincoln Antonio
  • Preparação vocal: Rodrigo Mercadante
  • Preparação corporal: José Romero
  • Cenografia: Pedro Pires
  • Figurino: Anahí Asa
  • Iluminação: Zernesto Pessoa
  • Imagem: Leandro Goddinho

Manuela

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