O AVARENTO no Feijão

Recebemos em nosso espaço em maio duas únicas apresentações do espetáculo O Avarento, com a Cia. Tàbola Rassa, atualmente sediada na França.

O avarentoO espetáculo é uma adaptação para Teatro de Objetos do clássico de Molière, em que o ouro é substituído por água e os personagens são “vividos” por torneiras. Materiais hidráulicos ganham vida para encenar uma versão amalucada e fiel ao Avarento original, numa comédia insólita sobre a escassez dos recursos naturais.

  • ideia original: Jordi Bertran
  • concepção: Olivier Benoit, Miquel Gallardo e Jordi Bertran
  • adaptação do texto: Eva Hibernia, Olivier Benoit e Miquel Gallardo
  • versão em português: Maria Cristina Paiva
  • cenografia: Maria Cristina Paiva
  • luz e som: Daniel Ibor e Sadock Mouelhi
  • direção: Olivier Benoit e Miquel Gallardo
  • interpretação: Olivier Benoit e Jonatã Puente
  • apresentações: 7 e 8 de maio, sábado e domingo, às 20h
  • ingressos: $ 20
  • onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República
  • indicação etária: livre
  • realização: Cia. Tàbola Rassa / Companhia do Feijão
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A BARCA abre projeto FUSÕES no Feijão

Iniciamos em abril nosso projeto FUSÕES – a música que o teatro tem com uma programação gratuita de trabalhos de artistas que tem em comum a intersecção entre as linguagens teatral e musical. Serão no total cinco meses de programação, com um grupo ou artista convidado por mês, em temporada às terças-feiras às 21h.

Abril 2016

  • Grupo convidado: A BARCA
  • Shows: TEMPO DE REZA e TEMPO DE FESTA

A Barca abrirá a programação alternando dois novos shows: Tempo de Reza e Tempo de Festa. Embora festa e reza sejam duas práticas intimamente ligadas no contexto da cultura popular, o grupo aposta no contraste para desenvolver o repertório de cada show-experiência.

Em Tempo de Reza (5 e 19/04) reúnem-se melodias do catimbó nordestino recolhidas por Mário de Andrade, doutrinas do tambor de mina maranhense aprendidas pelo grupo nas várias viagens que fez ao estado, pontos de candomblé, cantigas do Divino, toadas do congado mineiro e outras rezas e benditos.

Em Tempo de Festa (12 e 26/04) a roda se abre e todos são convidados a cair no coco, no carimbó, no samba, no boi e no jongo.

O grupo: A Barca é um grupo de músicos de São Paulo que nasceu em 1998 de uma reunião de amigos em torno de ideias como viagem, música popular, Brasil e Mário de Andrade. Desde o seu início, A Barca trabalha com a pesquisa e a movimentação da cultura popular brasileira, realizando um trabalho abrangente de criação de espetáculos, documentação, arte-educação e produção cultural, partindo da reflexão sobre o fazer artístico e suas responsabilidades estéticas e sociais.

O histórico do grupo pode ser acessado na página www.barca.com.br. Todo o acervo coletado em viagens e os discos produzidos pela Barca estão em www.acervobarca.com.br.

Integrantes: Andre Magalhães, percussão / Ari Colares, percussão / Chico Saraiva, violão / Laeticia Madsen, voz / Lincoln Antonio, piano / Marcelo Pretto, voz / Renata Amaral, baixo

  • Temporada: 5 a 26 de abril, terças às 21h
  • Ingresso: Gratuito, retirado diretamente por ordem de chegada na bilheteria, aberta uma hora antes das apresentações
  • Onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República (com acesso a cadeirantes)
  • Capacidade: 50 lugares
  • Classificação etária: Livre

Realização: Companhia do Feijão / Cooperativa Paulista de Teatro / Governo do Estado de São Paulo / Secretaria da Cultura / Programa de Ação Cultural

A Barca no Feijão

 

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Grupos de orientação e pesquisa – INSCRIÇÕES ABERTAS

A partir da experiência acumulada em 18 anos de criações teatrais, a Companhia do Feijão dá início às atividades de seu Núcleo de Pesquisas Teatrais, em formato-piloto, com a abertura de inscrições para dois módulos de trabalho: Orientação de projetos artísticos e Acompanhamento e reflexão sobre o processo de criação da companhia.

I. Orientação de projetos artísticos

Seleção de projetos artísticos teatrais de grupos, coletivos e artistas individuais para
acompanhamento e orientação por parte de integrantes da Companhia do Feijão.

O trabalho se dará conjuntamente entre os integrantes da companhia e cada proponente de projeto previamente formulado, visando auxiliar no desenvolvimento e aprofundamento dos processos de criação envolvidos.

O enfoque da orientação será eminentemente artístico, podendo como consequência se estender à área de produção.

Artistas orientadores: Pedro Pires, Vera Lamy e Fernanda Haucke
Duração: 5 meses

Inscrições gratuitas
• Podem se inscrever projetos em estágio diverso de execução (já iniciados ou não).
• A seleção se dará em duas fases: por projetos inscritos e entrevistas com os pré-selecionados

Requisito: ficha de inscrição (baixe aqui em DOCx ou PDF)
Enviar a ficha preenchida para: projetos@companhiadofeijao.com.br
Prazo: até 11 de abril
Resultado da pré-seleção: 13 de abril (*)
Entrevistas com os pré-selecionados: 18 a 20 de abril
Resultado da seleção final: 25 de abril (*)
Início dos trabalhos: maio, em datas e horários a serem definidos em conjunto com os selecionados.

II. Acompanhamento e reflexão sobre o processo de criação da Companhia do Feijão

Seleção de pesquisadores artísticos interessados em acompanhar o processo de criação do novo espetáculo da companhia durante 2016, cujo tema é Brasil, fábrica de sonhos – Pesadelo?

Esta criação parte de estudos sobre a “alma” brasileira contemporânea através de dois campos de pesquisa principais: na literatura, os narradores e personagens dos romances de Chico Buarque e suas canções; e por outro lado, as multidões que tem frequentado nossas ruas desde 2013.

As atividades incluem presença em ensaios, debates e produção de material reflexivo.

Inscrições gratuitas

Requisitos: carta de interesse e currículo sucinto
Endereço para envio: acompanhamento@companhiadofeijao.com.br
Prazo: até 4 de abril
Resultado da seleção: 11 de abril (*)
Início dos trabalhos: 20 de abril – demais datas e horários serão definidos em conjunto com os selecionados.

(*) resultados publicados em companhiadofeijao.com.br e comunicados diretamente aos selecionados

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NONADA no Feijão

Após reforma geral de infraestrutura e readequação de nosso espaço, iniciamos em março nossas apresentações públicas de 2016 com uma curta temporada do espetáculo Nonada.

Nonada - foto José RomeroFora de um tempo ou lugar, Nonada conta como o dono de uma espécie de circo do mundo dos mortos manipula um personagem desmemoriado, levando-o a descobrir sua trágica origem – na época da escravidão. A revelação surge de um perverso jogo de gato e rato por uma labiríntica trajetória de encontros com personagens de épocas posteriores, mas que ainda carregam em seus comportamentos os vícios de relações sociais daquele período.

  • música original: Flávio Pires, Julio Maluf, Pedro Pires, Vera Lamy e Walter Garcia
  • luz: Eric Nowinski e Zernesto Pessoa
  • figurinos: Carol Badra
  • cenografia: Petronio Nascimento
  • direção musical: Julio Maluf e Flávio Pires
  • direção e dramaturgia: Pedro Pires e Zernesto Pessoa
  • em cena: Fernanda Haucke, Fernanda Rapisarda, Flávio Pires, Guto Togniazzolo, Pedro Pires e Vera Lamy
  • duração: 60’
  • classificação etária: 12 anos
  • temporada: 5 a 27 de março, sábados e domingos às 20h
  • ingressos: grátis, retirados diretamente na bilheteria, aberta uma hora antes das apresentações
  • onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República
  • capacidade: 50 lugares
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COR DE CHUMBO no Feijão

Recebemos em dezembro o musical Cor de chumbo, que retrata uma casa de shows nos anos 70, horas antes de abrir. A boate é gerenciada por Patrícia, uma ex-prostituta que agora faz shows musicais e é a atração principal da casa. Patrícia é amante de um general que, naquela noite, virá assistir ao show. Enquanto ensaia e passa as músicas, acompanhada por um pianista, conversa sobre o cotidiano, o medo da violência em tempos de ditadura e seu relacionamento amoroso. Um retrato íntimo dos anos de chumbo no Brasil.

  • Atriz, Cantora: Lilian de Lima
  • Pianista: Gustavo Fiel / Thiago Tognoli Neves
  • Composições inéditas: William Guedes, Milton Morales Filho, Rodrigo Mercadante e Lilian de Lima
  • Direção musical: William Guedes
  • Texto, Direção: Milton Morales Filho
  • Preparação de Ator: Carlos Morelli
  • Produção: Lilian de Lima
  • Assistente de Producão: Lívia Sales
  • Luz: Aline Santini
  • Operação de Luz: Rozanna Lazzaro
  • quando: de 4 a 20 de dezembro, sextas e sábados às 21h, domingos às 20h
  • ingressos: R$ 20 e R$ 10 – no dia 13, excepcionalmente, entrada franca
  • duração: 70 min
  • classificação etária: 14 anos

cor de chumbo

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O Ó DA VIAGEM – últimas apresentações!

o ó da viagemComplementando nossas homenagens a Mário de Andrade no ano do 70º aniversário de sua morte, reapresentamos em novembro O ó da viagem.

O espetáculo é resultado artístico do cruzamento dos diários de viagem de Mário de Andrade – publicados postumamente como O turista aprendiz – com os diários da companhia em itinerário parcialmente idêntico ao do escritor pelo Sertão do Cariri (PE e PB).

Estreado em 1999, O ó da viagem foi remontado em 2008 em comemoração ao 10º aniversário da companhia, por reunir em si os pontos de partida que se transformariam nos pilares da pesquisa formal e temática hoje praticada pelo grupo.

Em cena, um coro de viajantes-narradores paulistas desdobra-se em múltiplos personagens para observar com olhos de “estrangeiro” o universo sertanejo do Nordeste. Por meio de linguagens e canções populares sucedem-se episódios cômicos e trágicos sobre temas que vão do anti-herói do sertão (o sobrevivente) ao cotidiano da seca e à fina-flor da aristocracia rural.

  • em cena: Fernanda Rapisarda, Flávio Pires, Irací Tomiatto, Pedro Pires e Zernesto Pessoa
  • direção e dramaturgia: Pedro Pires
  • direção musical: Walter Garcia
  • cenografia e adereços: Petronio Nascimento
  • figurinos, desenhos e pinturas: Guto Togniazzolo e Edu Garudah
  • iluminação: Pedro Pires e Zernesto Pessoa
  • boneco: Mônica Simões
  • quando: até 29 de novembro, sábados e domingos às 20h
  • onde: Companhia do Feijão
  • ingressos: gratuitos, retirados diretamente na bilheteria aberta com uma hora de antecedência
  • capacidade: 50 lugares
  • classificação etária: livre
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SATYRIANAS com Chica Boa e O ó da viagem no Feijão

Dentro das Satyrianas 2015 a Companhia do Feijão, além das apresentações de seu espetáculo O ó da viagem, já em temporada (ver post abaixo), recebe o espetáculo Chica Boa, em única apresentação.

Chica Boa

chica boaCriado pelo Núcleo Chica Boa a partir de texto original de Paulo Magalhães, o espetáculo conta a história de Chica, moça irreverente e avançada para sua época, que decide procurar o pai que não conhece. Ao encontrá­-lo depara-se também com sua nova família, dominada por costumes austeros que pouco a pouco irá modificar.

  • Texto: Paulo Magalhães
  • Direção: Fernando Neves
  • Elenco: Eliana Bolanho, Flávio Pires, Guto Togniazzolo, Juliana Gontijo, Kátia Daher, Nereu Afonso e Vera Abbud
  • Direção Musical: Fernando Esteves
  • Figurinos e Visagismo: Carol Badra
  • Cenografia: Fernando Neves, Marcelo Andrade e Zé Valdir
  • Iluminação: Eduardo Reyes
  • quando: 20 de novembro, quinta, às 20h
  • ingressos: pague quanto puder
  • onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68, República
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SONHOS SONHOS SÃO: OS PERSONAGENS DOS ROMANCES DE CHICO BUARQUE – curso livre no Feijão

Dentro de nosso projeto Brasil, fábrica de sonhos – Pesadelo?, abrimos ao público mais um curso extensivo, desta vez para análise de romances de Chico Buarque, base literária para o novo trabalho de criação da companhia. A pesquisadora Malu Rangel, coordenadora do ciclo de encontros, explica:

“A proposta central dos encontros é abordar os ciinco últimos romances escritos por Chico Buarque – Estorvo (1991), Benjamin (1995), Budapeste (2003), Leite derramado (2009) e O irmão alemão (2014). Para circundar as obras, partiremos do ponto de vista dos protagonistas das narrativas: o que cada um deles traz como sujeito de seu tempo histórico? Como suas paixões, seus preconceitos, suas caminhadas a esmo e suas imobilidades os fazem saltar das páginas dos livros para se transformar em nossos pares contemporâneos? O que eles veem; o que encobrem? O que nos fazem enxergar, combater ou… aceitar?

De Estorvo a O irmão alemão há, claramente, um projeto literário com o qual Chico Buarque se compromete. Não apenas por Chico carregar consigo a alcunha de “intérprete do Brasil” assumida, cobrada, como cancionista e, agora, como autor. Mas essencialmente porque, em seus romances, parece haver um esforço consciente por parte do artista para entender o Brasil:

“Eu sou uma pessoa muito afetiva, uma pessoa que age por afeto. Eu sou o homem cordial. Eu sou um homem que age por impulso. Esse meu lado afetivo está talvez na música, que sofre esses arroubos afetivos. Eu faço uma distinção bastante clara: na literatura sou um cidadão sem afetos. O fato de estar solitário escrevendo um livro que vai ser apresentado em público e que vai ser lido individualmente, isso me despe um pouco desse sujeito atirado e algo ingênuo. Já a música me emociona, eu fico em lágrimas. Eu sou um bobo como músico. Mas tenho o outro lado, racional e muito crítico, muito seco, que é um lado que quase não cabe na música, que precisa de outro veículo.” [A entrevista completa está disponível em http://www.chicobuarque.com.br/texto/mestre.asp?pg=entrevistas/entre_09_01_94.htm]

Antes, há um esforço consciente para entender a (de)formação do país em nossos dias. E tal projeto é apresentado através do ponto de vista de certa classe social, de onde saem os protagonistas dos romances buarquianos. Resta saber se aquilo que começa como projeto – em profundo ajuste entre intenção e forma – que desordena os leitores do romance, assim como o mundo cá fora baratina os cidadãos, acaba, ao menos por hora, como mero acerto de contas com a própria história.

ENCONTRO 1 | 4/11/2015 | 16h às 17h30 – Leite derramado | com Malu Rangel

Textos sugeridos para o encontro:

  • Chico Buarque, Leite derramado (São Paulo: Companhia das Letras, 2009).
  • Roberto Schwarz, “Cetim laranja sobre fundo escuro”, in Martinha versus Lucrecia (São Paulo: Companhia das Letras, 2012).
  • Roberto Schwarz, “Uma desfaçatez de classe”, in Um mestre na periferia do capitalismo (São Paulo: Duas Cidades/Editora 34, 2000). Especialmente as partes: “Observações iniciais”, “Um princípio formal” e “A sorte dos pobres”.
  • Walter Garcia, “Elementos para a crítica da estética do Racionais MC’s (1990-2006)”, in Revista Ideias, n.7 (2º semestre de 2013). Especialmente a parte sobre a canção “Sinhá” (p. 101 a 106). Disponível em: http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:mtLhQRINsXkJ:www.ifch.unicamp.br/ojs/index.php/ideias/article/view/1495+&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br

Vídeos sugeridos para o primeiro encontro:

  • ENCONTRO 2 | 11/11/2015 | 16h às 17h30 – Estorvo | com Edu Teruki Otsuka e Ivone Dare Rabello
  • ENCONTRO 3 | 18/11/2015 | 16h às 17h30 – O irmão alemão | com Malu Rangel
  • ENCONTRO 4 | 25/11/2015 | 16h às 17h30 – Budapeste | com Walter Garcia
  • ENCONTRO 5 | 2/12/2015 | 16h às 17h30 – Benjamin | com Maria Rita Kehl

(Na semana anterior a cada encontro, os palestrantes divulgarão os textos e vídeos específicos, se houver).”

INSCRIÇÕES livres e gratuitas em romances@companhiadofeijao.com.br

ONDE: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República

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MANUELA em últimas apresentações no Feijão

Manuela - foto José RomeroManuela é uma história de amizade entre o escritor e sua máquina de escrever. É o nome dado a ela por Mário de Andrade, em homenagem ao escritor e amigo Manuel Bandeira. É do ponto de vista da máquina a narrativa da história. É ela que conta quem foi esse brasileiro, através da poesia e da correspondência do morador da Lopes Chaves e de suas reflexões de companheira.

  • Concepção e dramaturgia: Vera Lamy
  • Direção musical e trilha original: Lincoln Antonio
  • Em cena: Lincoln Antonio e Vera Lamy
  • Preparação corporal: José Romero
  • Preparação vocal: Rodrigo Mercadante
  • Orientação literária: Iná Camargo Costa
  • Orientação dramatúrgica: Milton Morales Filho
  • Cenografia: Pedro Pires
  • Cenotécnicos: Edson Luna e Elton Santos
  • Figurino: Anahí Asa
  • Costureiro: Enrique Casas
  • Iluminação: Zernesto Pessoa
  • Operação de luz: Rafael Araújo
  • Fotos: José Romero, Cacá Bernardes e Bruna Lessa
  • Vídeo: Cacá Bernardes e Bruna Lessa
  • Comunicação: Sylvio Novelli e Zernesto Pessoa
  • Produção executiva: Vera Lamy

Filme A compra da máquina

  • Com: Rodrigo Mercadante (Mário de Andrade), Vera Lamy (Manuela), Lincoln Antonio (viola) e José Luiz Franco (vendedor da máquina)
  • Roteiro: Vera Lamy
  • Direção e edição: Leandro Goddinho
  • Direção de fotografia: Bruno Risas

Agradecimentos: Ana Maria Machado, Amparo Carneiro, Carlos Augusto Calil, Contadores de Mentira, Fagundes Emanuel, Irací Tomiatto, João Attuy, Marcelo Raffa’s, Mariana Ribeiro e Pema – máquinas para escritório e informática

quando: até 2 de novembro de 2015 – sábados, domingos e segundas às 20h
ingressos: gratuitos, retirados diretamente na bilheteria, aberta uma hora antes das apresentações
na companhia do feijão: r. dr. teodoro baima 68 – república – (11) 3259.9086

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CURSOS EXTENSIVOS no Feijão

De outubro a dezembro de 2015 teremos em nosso espaço dois cursos extensivos ligados ao projeto Brasil, fábrica de sonhos – Pesadelo?.

1. QUESTÕES DA HEGEMONIA CULTURAL – 13, 20 e 27 de outubro e 3 de novembro, terças-feiras, das 15h às 16h30

Conduzido pela pesquisadora e professora da USP Maria Elisa Cevasco e dividido em 4 aulas, este curso abordará:

  • Um olhar histórico: o papel da cultura no discurso crítico dos anos 1930 até o presente
  • Momento 1960: novas teorias, novas práticas
  • O que se passa no Brasil – Antonio Candido e Roberto Schwarz
  • Os impasses do presente: o novo tempo do mundo.

Inscrições gratuitas pelo endereço hegemonia@companhiadofeijao.com.br

2. ROMANCES DE CHICO – 4, 11, 18 e 25 de novembro e 2 dezembro, quartas-feiras, das 16h30 às 18h30

Coordenado pela pesquisadora Malu Rangel, neste curso serão analisados romances de Chico Buarque, base literária estrutural da pesquisa cênica que se inicia.

Inscrições gratuitas pelo endereço romances@companhiadofeijao.com.br

ONDE: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República

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