OS FAMINTOS – leitura no Feijão

os famintosuma artista em crise criativa. atormentada. faminta. as palavras não saem. ela sai. [em busca: a criação. o pulso vital] mas é no encontro com o outro que as coisas começam a acontecer. a projeção fantasiosa. a inveja. o desejo de ser como o outro. de ser outra pessoa. fugir do outro. eliminar o outro. comer o outro.

  • dramaturgia: Natália Xavier
  • direção: Marina Miguel
  • com: Vanessa Garcia e Mila Fogaça
  • quando: 27 de agosto, quinta às 20h
  • ingressos: gratuitos
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DIÁRIO DE UMA REVOLUCIONÁRIA no Feijão

Apresentamos a partir de sábado 22 de agosto o espetáculo Diário de uma revolucionária, criado pela Cia às Favas, nascida de um núcleo de estudos da Companhia do Feijão.

Diario de uma revolucionariaDiário de uma revolucionária é baseado no diário Paixão Pagu, de Patrícia Galvão, escrito como uma “longa carta” a seu companheiro Geraldo Galvão quando estava presa pela ditadura Vargas. Nele, a trajetória de uma grande mulher brasileira que hoje é muito mais lembrada pelo lado escandaloso de sua personalidade nos anos loucos do modernismo do que pela sua entrega à causa dos trabalhadores e sua luta pelo comunismo.

  • Direção e Dramaturgia: Pedro Pires
  • Elenco: Inês Soares Martins, Mila Fogaça, Natália Xavier, Thais Podestá e Vanessa Garcia
  • Cenário: Pedro Pires
  • Figurino: Natália Xavier e Arieli Marcondes
  • Trilha sonora: Pedro Pires
  • Iluminação: Pedro Pires e Zernesto Pessoa
  • Operação de luz: Marina Miguel
  • Operação de som: Luana Gurther
  • Arte gráfica: Angela Ribeiro
  • Produção: Suzana Muniz
  • Agradecimentos: Zernesto Pessoa, Vera Lamy e Guto Togniazzolo
  • Temporada: 22 de agosto a 27 de setembro, sábados e domingos às 20h
  • Onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República
  • Ingressos: gratuitos – retirada a partir das 19h
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ARMADILHAS BRASILEIRAS no Sesc Ipiranga

A programação da Companhia do Feijão dentro da mostra 70 anos sem Mário de Andrade, em parceria com o Sesc Ipiranga, prossegue com 3 únicas apresentações do espetáculo Armadilhas brasileiras, nos dias 14, 15 e 16 de agosto (sexta a domingo).

A ocupação da companhia no Sesc Ipiranga celebra a passagem do 70º aniversário da morte de Mário de Andrade com um painel minimamente representativo da infinidade de áreas por onde ele incansavelmente transitou, olhando e agindo com profundidade reveladora sobre o Brasil e os brasileiros, seu imaginário, identidades e conflitos.

Armadilhas brasileiras

Artistas de um grupo de teatro estão em processo de criação de uma peça sobre a crise econômica mundial de 1929, e suas consequências para os trabalhadores brasileiros. Durante o ensaio, porém, surge entre os atores um conflito sobre os rumos da história, com questionamentos antagônicos sobre conteúdos e formas de representação. O acirramento deste embate de opiniões leva a um “golpe cênico”, que muda a história que vinha sendo contada e traz ao foco da discussão o próprio fazer artístico. A montagem tem como plataforma as obras “Café”, “O banquete” (inacabada) e “A meditação sobre o Tietê”, de Mário de Andrade, combinadas com trechos livremente inspirados em obras de Bertolt Brecht, Groucho Marx, Machado de Assis, Oswald de Andrade, Samuel Beckett e Vladimir Maiakovski.

  • Em cena: Fernanda Haucke, Fernanda Rapisarda, Flávio Pires, Guto Togniazzolo e Vera Lamy
  • Argumento e direção: Pedro Pires
  • Dramaturgia: Pedro Pires e Zernesto Pessoa
  • Direção musical: Flávio Pires e Lucas Vasconcelos
  • Músicas: núcleo artístico da companhia e Lucas Vasconcelos.
  • Cenário: Fernanda Aloi e Pedro Pires
  • Figurinos: Daniel Infantini e Guto Togniazzolo
  • Iluminação: Pedro Pires e Zernesto Pessoa
  • Criação em vídeo: Leandro Goddinhoarmadilhas brasileiras
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MANUELA estreia em homenagem a Mário de Andrade

A programação da Companhia do Feijão em memória de Mário de Andrade, em parceria com o Sesc Ipiranga, prossegue com a estreia do espetáculo Manuela, nesta terça-feira 21 de agosto às 21h30.

A ocupação da companhia no Sesc Ipiranga celebra a passagem do 70º aniversário da morte de Mário de Andrade com um painel minimamente representativo da infinidade de áreas por onde ele incansavelmente transitou, olhando e agindo com profundidade reveladora sobre o Brasil e os brasileiros, seu imaginário, identidades e conflitos.

Manuela

Manuela é uma história de amizade entre o escritor e sua máquina de escrever. É o nome dado por Mário de Andrade à sua máquina em homenagem ao escritor e amigo Manuel Bandeira. É do ponto de vista da máquina a narrativa da história. É ela que conta quem foi esse brasileiro, através da poesia e da correspondência do morador da Lopes Chaves e das suas reflexões de companheira.

  • Concepção e dramaturgia: Vera Lamy
  • Direção musical e música original: Lincoln Antonio
  • Em cena: Vera Lamy e Lincoln Antonio
  • Preparação vocal: Rodrigo Mercadante
  • Preparação corporal: José Romero
  • Cenografia: Pedro Pires
  • Figurino: Anahí Asa
  • Iluminação: Zernesto Pessoa
  • Imagem: Leandro Goddinho

Manuela

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70 ANOS SEM MÁRIO DE ANDRADE

A Companhia do Feijão, em parceria com o Sesc Ipiranga, celebra a partir de 1º de agosto a passagem do 70º aniversário da morte de Mário de Andrade com um conjunto de atividades artísticas à sua altura e maneira: trabalho artístico e de reflexão intenso, aliado a um painel minimamente representativo da infinidade de áreas por onde ele incansavelmente transitou, olhando e agindo com profundidade reveladora sobre o Brasil e os brasileiros, seu imaginário, identidades e conflitos.

A relação de companhia com a obra deixada por Mário de Andrade é antiga e determinante, espelhada numa história de vida que definiu, além de um vasto campo artístico de atuação, uma trajetória de intelectual interessado em desenvolver e estimular a busca por caminhos e linguagens que pudessem abarcar artisticamente as inumeráveis formas e significados culturais brasileiros, de maneira concreta, em compasso com o mundo contemporâneo e avessa a nacionalismos populistas. Um homem à frente do seu tempo.

PROGRAMAÇÃO

Espetáculos com a Companhia do Feijão

  • O ó da viagem – de 1º a 9 de agosto, sextas e sábados às 21h, domingos às 18h
  • Manuela – de 11 de agosto a 7 de outubro, terças e quartas às 21h30
  • Armadilhas brasileiras – de 14 a 16 de agosto, sexta e sábado às 21h, domingo às 18h

Bate papos com convidados

  • Poética e visão social na obra de Mário de Andrade – com Sérgio de Carvalho e Pedro Pires – mediação de Vera Lamy – 17 de setembro, quinta às 19h30
  • Cultura e política em Mário de Andrade – com Celso Frateschi e Luis Carlos Moreira – mediação de Pedro Pires – 24 de setembro, quinta às 19h30

Oficinas com a Companhia do Feijão

  • Transposição cênica de contos de Mário de Andrade – coordenação de Pedro Pires – 05, 12 e 19 de setembro, sábados das 11h às 13h
  • Laboratório de leitura e escrita – coordenação de Zernesto Pessoa – 16, 23 e 30 de setembro, quartas das 19h30 às 21h30

Ingressos e inscrições em http://bit.ly/70AnosSemMariodeAndrade

ONDE: Sesc Ipiranga – R. Bom Pastor 822 – (11) 3340.2000

CONTEÚDOS

O ó da viagem

O ó da viagem - foto de José Romero (2)_bxTerceiro espetáculo da companhia, nascido durante turnê de “Movido a feijão” pelo Sertão do Cariri (Pernambuco e Paraíba), “O ó da viagem” mistura os diários de viagem do grupo com os de Mário de Andrade sobre a mesma região, publicados postumamente como “O turista aprendiz”, para lembrar o cotidiano da seca, o migrante, o anti-herói do sertão (sobrevivente?) e a fina-flor da aristocracia rural. Viajantes-narradores paulistas observam com olhos de estrangeiros o universo sertanejo do Nordeste. Desdobrando-se em múltiplos personagens, o coro de atores utiliza a linguagem do teatro popular para alternar episódios cômicos e trágicos. Com Fernanda Rapisarda, Flávio Pires, Irací Tomiatto, Pedro Pires e Zernesto Pessoa. Direção e Dramaturgia: Pedro Pires. Direção musical: Walter Garcia. Cenografia e adereços: Petronio Nascimento. Figurinos, desenhos e pinturas: Guto Togniazzolo e Edu Garudah. Iluminação: Pedro Pires e Zernesto Pessoa. Boneco: Mônica Simões. Operador de luz: Rafael Araújo. Duração: 65 minutos. Livre. 

Manuela

Manuela - foto de José RomeroManuela é uma história de amizade entre o escritor e sua máquina de escrever. É o nome dado por Mário de Andrade à sua máquina em homenagem ao escritor e amigo Manuel Bandeira. É do ponto de vista da máquina a narrativa da história. É ela que conta quem foi esse brasileiro, através da poesia e da correspondência do morador da Lopes Chaves e das suas reflexões de companheira. Concepção e dramaturgia: Vera Lamy. Direção musical e música original: Lincoln Antonio. Em cena: Vera Lamy e Lincoln Antonio. Preparação vocal: Rodrigo Mercadante. Preparação corporal: José Romero. Cenografia: Pedro Pires. Iluminação: Zernesto Pessoa. Imagem: Leandro Goddinho. Operador técnico: Rafael Araújo. Livre.

Armadilhas brasileiras

Armadilhas Brasileiras - foto de José RomeroArtistas de um grupo de teatro estão em processo de criação de uma peça sobre a crise econômica mundial de 1929, e suas consequências para os trabalhadores brasileiros. Durante o ensaio, porém, surge entre os atores um conflito sobre os rumos da história, com questionamentos antagônicos sobre conteúdos e formas de representação. O acirramento deste embate de opiniões leva a um “golpe cênico”, que muda a história que vinha sendo contada e traz ao foco da discussão o próprio fazer artístico. A montagem tem como plataforma as obras “Café”, “O banquete” (inacabada) e “A meditação sobre o Tietê”, de Mário de Andrade, combinadas com trechos livremente inspirados em obras de Bertolt Brecht, Groucho Marx, Machado de Assis, Oswald de Andrade, Samuel Beckett e Vladimir Maiakovski. Com Fernanda Haucke, Fernanda Rapisarda, Flávio Pires, Guto Togniazzolo e Vera Lamy. Argumento e direção: Pedro Pires. Dramaturgia: Pedro Pires e Zernesto Pessoa. Cenário: Fernanda Aloi e Pedro Pires. Figurinos: Daniel Infantini e Guto Togniazzolo. Direção musical: Flávio Pires e Lucas Vasconcelos. Músicas: núcleo artístico da companhia e Lucas Vasconcelos. Iluminação: Pedro Pires e Zernesto Pessoa. Criação em vídeo: Leandro Goddinho. Operador de vídeo: Rafael Araújo. Duração: 120 minutos. Recomendação etária: 14 anos.

Poética e visão social na obra de Mário de Andrade

Encontro em que serão abordadas relações entre arte e preocupação social na obra do escritor, músico e pesquisador Mário de Andrade, seu valor universal, sua contribuição para a teoria artística e a importância de seus pensamentos para a criação teatral contemporânea. Com Sérgio de Carvalho (diretor, dramaturgo, crítico, pesquisador e professor da Universidade de São Paulo e um dos fundadores da Companhia do Latão) e Pedro Pires (diretor, dramaturgo, professor do Teatro Escola Célia Helena e um dos fundadores da Companhia do Feijão). Mediação de Vera Lamy (atriz e dramaturga da Companhia do Feijão). Acima de 12 anos.

Cultura e política em Mário de Andrade

A partir da intensa atuação de Mário de Andrade nos campos de gestão e políticas culturais (foi diretor-fundador do Departamento Municipal de Cultura de São Paulo) e sua luta para a democratização dos bens culturais e sua preservação histórica, este encontro promoverá reflexões sobre os dilemas vividos pelos artistas em meio às contradições impostas pelo desenvolvimento capitalista e as tentativas e dificuldades de organização e implementação de políticas públicas condizentes com as diferentes realidades nacionais. Com Celso Frateschi (ator, diretor, autor, professor da Escola de Arte Dramática da USP, um dos fundadores do Teatro Núcleo Independente, Teatro Pequeno e Ágora – Centro para o Desenvolvimento Teatral, além de gestor cultural público em nível municipal e federal) e Luis Carlos Moreira (diretor e dramaturgo fundador do Engenho Teatral e um dos principais articuladores para a criação do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo). Mediação de Pedro Pires (diretor e dramaturgo da Companhia do Feijão). Acima de 12 anos.

Transposição cênica de contos de Mário de Andrade

Exercícios cênicos desenvolvidos a partir de personagens e histórias do autor. Coordenação de Pedro Pires, fundador, diretor e dramaturgo da Companhia do Feijão. Para atores. Recomendado para maiores de 16 anos.

Laboratório de leitura e escrita

A partir de estímulos temáticos e estruturais da obra de Mário de Andrade, serão realizados exercícios de fruição (leitura) e experimentos literários autorais. Coordenação de Zernesto Pessoa, dramaturgo da Companhia do Feijão. Para interessados em geral. Recomendado para maiores de 16 anos.

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MIRE VEJA na Biblioteca Mário de Andrade

Mire veja na programação Teatro na Mário. Única apresentação.

mire veja - foto de josé romeroMire veja completa, ao lado de O ó da viagem e Antigo 1850, uma trilogia sobre o homem brasileiro e algumas de suas realidades regionais e sociais. Fecha o círculo sertão-metrópole, numa livre adaptação das micro-histórias urbanas de brasileiros anônimos contadas por Luiz Ruffato em eles eram muitos cavalos. Contraponto à quimera Roseana – o sertão dentro da gente –, o espetáculo apresenta um mosaico de vidas recortadas pelo tempo impossível de São Paulo.

  • Em cena: Fernanda Rapisarda, Guto Togniazzolo, Pedro Pires, Vera Lamy e Zernesto Pessoa
  • Direção e dramaturgia: Pedro Pires e Zernesto Pessoa
  • Cenário: Petronio Nascimento
  • Figurinos: Marina Reis
  • Iluminação: Marinho Piacentini
  • Duração: 60′
  • quando: 20 de junho, segunda, às 20h
  • onde: Biblioteca Mário de Andrade – R. da Consolação 94
  • ingressos: grátis
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A GUERRA no Feijão

Como parte da II Mostra de Teatros e Espaços Independentes da Virada Cultural, recebemos nos dias 20 e 12 de junho o espetáculo A Guerra, do Núcleo Teatral Filhos da Dita.

Sinopse: Três soldados partem para a guerra e, no caminho, esquecem quem é o inimigo. A partir dessa constatação, o espetáculo apresenta cenas que revelam ao público o absurdo de guerras invisíveis vividas cotidianamente. Num campo de batalha que se transforma constantemente, atrizes e atores representam diversos personagens e situações que se interrelacionam, trazendo à tona um mundo onde a espetacularização da violência, impulsionada pelo desejo de poder, ganância e interesses privados, aliena e desumaniza o homem, separando-o da vida.

  • Autor: Oscar Castro (Teatro Aleph)
  • Direção:  Marcelo Palmares e Paulo Carvalho Jr.
  • Elenco: Cláudio Pavão,Guilherme Souza, Luara Sanches e Rafael Pantoja
  • Co-Direção de Sonoplastia: Giovanni Di ganzá
  • Trilha Sonora: Filhos da Dita
  • Concepção de Iluminação: Filhos da Dita e Aurea Karpor
  • Cenário e Figurino: Filhos da Dita
  • Arte Gráfica: Filhos da Dita
  • Produção executiva: Núcleo Teatral Filhos da Dita
  • quando: 20 de junho, sábado, às 20h e 21 de junho, domingo, às 17h30
  • onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República
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FEIRA ANTROPOFÁGICA DE OPINIÃO

FEIRA DE OPINIÃOprogramação

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GUERRILHEIRO NÃO TEM NOME no Feijão

A partir de uma perspectiva poética coletiva, o espetáculo reconstrói os caminhos de alguns jovens que aderiram à Guerrilha do Araguaia e nela descobriram o elo entre suas vidas e as contradições mais profundas da formação social do Brasil. O sonho por uma sociedade igualitária, o contato com a cultura local e a solidariedade revolucionária alimentaram a coragem daqueles que não retrocederam frente à violência do regime militar instaurado em 1964.

guerrilheiro não tem nomeMAIS INFORMAÇÕES: grupoteatralmata.wix.com/grupoteatralmata

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GRUPO TEATRAL MATA em debates e oficina no Feijão

seminário mata!

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