DaTchau – rumo à estação GrandeAvenida – ÚLTIMAS APRESENTAÇÕES

Finalizamos em 12 de julho a temporada em nossa sede de nosso novo espetáculo: DaTchau – Rumo à Estação GrandeAvenida, com texto e direção de Pedro Pires.

Sinopse

Uma pessoa (de classe média) tenta escrever uma narrativa que dê conta dos tempos sombrios que está vivendo. Nesta tentativa, ela sonha que um dia acorda indignada com o estado das coisas. E, no sonho, esta indignação a leva para a rua – para protestar. No início sozinha, depois coletivamente, em harmonia com outros indignados, toma um trem de metrô cujo destino é a estação GrandeAvenida, para onde está marcada uma grande manifestação. Durante a viagem as diferenças do coletivo indignado assumem o protagonismo, atiçam raivas e ódios e se transformam em conflitos oníricos, o sonho se transforma em pesadelo. E o destino final desta viagem será o do encarceramento deste coletivo num campo de trabalhos forçados.

O espetáculo

Com texto e direção de Pedro Pires, este espetáculo teve como base quatro materiais de investigação: as manifestações de 2013 vistas através do olhar de um cidadão da classe média urbana – indignado com o “estado das coisas”; os romances de Chico Buarque e textos do escritor italiano Primo Levi como materiais de estudo histórico e humano para a elaboração da dramaturgia; o irreverente personagem popular criado por Adoniran Barbosa para narrar/cantar suas próprias músicas; e por fim nossa pesquisa sobre os limites entre as linguagens épicas e dramáticas para a elaboração da encenação e das performances cênicas de atrizes e atores.

DaTchau trata do nosso tempo presente, da vida presente, dos homens presentes. Sem deixar de pensar e olhar de onde viemos e de provocar o pensamento: para onde queremos ir. Com a proposta de discutir os tempos turvos de hoje por meio de um teatro que NÃO se pretende fomentador de raivas e ódios insanos e pré-totalitários, mas que SIM se pretende fomentador de uma reflexão sensível, que busca pensar o mundo sob uma outra lógica social, econômica e humana. E desta forma talvez contribuir para a compreensão de nosso presente desagregado e carregado de radicalismos.

O campo de Dachau

Inspirador do título do espetáculo, o Campo de Dachau foi o primeiro campo regular de trabalhos forçados para prisioneiros políticos assentado pelo governo alemão.  A organização e rotina deste campo tornaram-se modelo para todos os que viriam depois. Inicialmente os internos eram os adversários do regime; com o passar do tempo outros grupos também foram ali encarcerados.

O processo de degradação tinha início já na sala de registro dos prisioneiros recém-chegados, em cujo teto foi pintado em letras grandes: Há um caminho para a liberdade. Suas balizas são: Obediência, Honestidade, Asseio, Sobriedade, Trabalho Duro, Disciplina, Sacrifício, Exatidão, Amor à Pátria.

Assim como em todos os outros campos alemães, Dachau trazia incrustado em seu portão de ferro: O TRABALHO LIBERTA.

  • texto e Direção: Pedro Pires
  • em cena: Fernanda Haucke, Fernanda Rapisarda, Guto Togniazzolo, Marcos Coin, Vera Lamy e Zernesto Pessoa
  • direção musical: Marcos Coin
  • cenografia: Pedro Pires
  • figurinos: Guto Togniazzolo e Arieli Marcondes
  • fuz: Guilherme Bonfanti
  • vídeos: Diogo Noventa
  • projeções: Bruna Lessa e Bruno Carneiro
  • fotos: Cacá Bernardes
  • operação de luz: Pati Morim
  • peças gráficas: Artefactos Bascos
  • assessoria de imprensa: Sylvio Novelli Assessoria em Comunicação
  • produção: Companhia do Feijão
  • temporada: até 12 de julho, às terças e quartas, sempre às 20h30
  • ingressos: pague quanto puder
  • duração: 95 minutos
  • classificação etária indicativa: 14 anos
  • onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República
  • capacidade: 80 lugares
  • contato: feijao@companhiadofeijao.com.br
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SOBRE A LIBERDADE no Feijão

Recebemos no final de maio para curtíssima temporada em nossa sede o espetáculo Sobre a Liberdade, dirigido por Georgette Fadel e composto de dois atos: Afinação I e Ajuste I.

Afinação I é um solo de Georgette Fadel sobre textos de Simone Weil, Brecht, Hegel e Marx. Uma conferência-aula sobre a relação entre a opressão e o sofrimento no mundo e o incrível boicote ao pensamento racional. Uma oração à razão. A beleza de conhecer, a possibilidade de, através do trabalho sobre o espírito (pensamento), ver o mundo como ele é e habitá-lo com justiça.

Ajuste I é uma pequena opereta desgovernada. Em cena três homens munidos de guitarras, que em seus microfones caçam, procuram, experimentam, pensando, pensando, às vezes verdadeiramente, às vezes em fragmentos voltados para si mesmos. Mas presentes. Na feira das palavras, no pregão da verdade.

  • direção: Georgette Fadel
  • dramaturgia: Georgette Fadel (Afinação I) e André Sant’anna (Ajuste I)
  • em cena: Georgette Fadel (Afinação I), André Sant’anna, Marcos Damigo e Zé Azul (Ajuste I)
  • direção musical: Zé Azul (Afinação I)
  • cenografia: Fadel Jacob Fazel (Afinação I)
  • figurinos: Victor Hugo Mattos (Ajuste I)
  • luz: Julia Zakia
  • design de som: Gabriel D’Angelo
  • produção: Gabriel Bortolini
  • quando: 30 de maio a 21 de junho, terças e quartas às 21h
  • duração: 110 minutos
  • ingressos: $ 30 e $ 15
  • recomendação etária: 14 anos
  • onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República / COM ACESSO A CADEIRANTES
  • capacidade: 60 lugares
  • contato: (11) 9.9520.3433
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Aproximação ao distanciamento de Brecht – no Feijão

Recebemos em maio a oficina Aproximação ao distanciamento de Brecht, ministrada pela atriz e diretora argentina Laura Brauer.

A oficina propõe uma abordagem teórica e pratica em torno das propostas de Bertolt Brecht para o teatro e tem o objetivo de gerar um espaço para a reflexão e diante da ação conjunta possibilitar aos participantes interações que façam o corpo pensar, deem peso à palavra e transformem o ator em interlocutor do espectador.

  • Quando: 27 e 28 de maio 2017, sábado e domingo, das 14h às 20h
  • Vagas: 15
  • Custo: $ 200 | $ 150 para estudantes
  • Inscrições: enviar currículo para o email laurabrauer@hotmail.com
  • Onde: Companhia do Feijão – Rua Dr. Teodoro Baima 68 – República
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ESTREIA: DaTchau – Rumo à Estação GrandeAvenida

Estreamos no dia 6 de abril no Sesc Belenzinho em São Paulo nosso novo espetáculo: DaTchau – Rumo à Estação GrandeAvenida, com texto e direção de Pedro Pires. A temporada se estende até 30 de abril, sempre de quinta a domingo, tendo como atividade complementar uma oficina a partir da metodologia de nosso trabalho (veja post abaixo).

Sinopse

Uma pessoa (de classe média) tenta escrever uma narrativa que dê conta dos tempos sombrios que está vivendo. Nesta tentativa, ela sonha que um dia acorda indignada com o estado das coisas. E, no sonho, esta indignação a leva para a rua – para protestar. No início sozinha, depois coletivamente, em harmonia com outros indignados, toma um trem de metrô cujo destino é a estação GrandeAvenida, para onde está marcada uma grande manifestação. Durante a viagem as diferenças do coletivo indignado assumem o protagonismo, atiçam raivas e ódios e se transformam em conflitos oníricos, o sonho se transforma em pesadelo. E o destino final desta viagem será o do encarceramento deste coletivo num campo de trabalhos forçados.

O espetáculo

Com texto e direção de Pedro Pires, este espetáculo teve como base quatro materiais de investigação: as manifestações de 2013 vistas através do olhar de um cidadão da classe média urbana – indignado com o “estado das coisas”; os romances de Chico Buarque e textos do escritor italiano Primo Levi como materiais de estudo histórico e humano para a elaboração da dramaturgia; o irreverente personagem popular criado por Adoniran Barbosa para narrar/cantar suas próprias músicas; e por fim nossa pesquisa sobre os limites entre as linguagens épicas e dramáticas para a elaboração da encenação e das performances cênicas de atrizes e atores.

DaTchau trata do nosso tempo presente, da vida presente, dos homens presentes. Sem deixar de pensar e olhar de onde viemos e de provocar o pensamento: para onde queremos ir. Com a proposta de discutir os tempos turvos de hoje por meio de um teatro que NÃO se pretende fomentador de raivas e ódios insanos e pré-totalitários, mas que SIM se pretende fomentador de uma reflexão sensível, que busca pensar o mundo sob uma outra lógica social, econômica e humana. E desta forma talvez contribuir para a compreensão de nosso presente desagregado e carregado de radicalismos.

  • Texto e Direção: Pedro Pires
  • Em cena: Fernanda Haucke, Fernanda Rapisarda, Flávio Pires, Marcos Coin, Vera Lamy e Zernesto Pessoa
  • Direção musical: Marcos Coin
  • Cenografia: Paulo Lobo
  • Figurinos: Guto Togniazzolo e Arieli Marcondes
  • Luz: Guilherme Bonfanti
  • Vídeos: Diogo Noventa
  • Projeções: Bruna Lessa
  • Fotos: Cacá Bernardes
  • Operação de luz: Pati Morim
  • Operação de vídeo: Bruno Carneiro
  • Assistência de produção: Leonardo Cicero
  • Assessoria de imprensa: Sylvio Novelli Assessoria em Comunicação
  • Produção: Companhia do Feijão
  • Temporada: de 6 a 30 de abril, quintas a sábados às 21h30, domingos e feriado de 21 de abril às 18h30 – OBS: no dia 14 de abril não haverá espetáculo
  • Ingressos: $ 20 (inteira), $ 10 (meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência) e $ 6 (credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes)
  • Duração: 100 minutos
  • Classificação etária indicativa: 14 anos
  • Onde: Sesc Belenzinho – Sala I – Rua Padre Adelino 1000 – Metrô Belém – (11) 2076.9700
  • Capacidade: 80 lugares
  • Outras informações e ingressos: sescsp.org.br/belenzinho
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Oficina gratuita: O ofício do ator épico – técnicas narrativas – experiências teatrais com o Feijão – no Sesc Belenzinho

Como atividade complementar à estreia e temporada de nosso novo espetáculo DaTchau – Rumo à Estação GrandeAvenida (ver post acima), realizaremos no Sesc Belenzinho uma oficina gratuita com base em nossa metodologia de trabalho. Informações no flyer abaixo e inscrições pelo endereço oficinadeteatro@belenzinho.sescsp.org.br.

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TESEU – UMA RAPSÓDIA DE MOMENTOS QUE NÃO SERÃO LEMBRADOS no Feijão

Recebemos em março a Cia. Babuínos de Teatro com o Espetáculo Teseu – uma rapsódia de momentos que não serão lembrados, onde uma banda de garagem em crise narra a história do mitológico astro do rock Teseu, rumo ao estrelato, buscando respostas para seus dilemas.

O espetáculo parte da transposição do mito grego para a contemporaneidade, colocando o protagonista como um grande astro do rock. Pontuada por intervenções musicais, ou ainda, narrativas musicadas, o espetáculo propõe a discussão da natureza irretocável do herói.

  • Direção: Fernando Nitsch
  • Dramaturgia: Rafaela Penteado
  • Elenco: Bernardo Bibancos, Bruno Camargo, Fernando Sheila Racy, Gabriel Serpa, Rebecca Catalani e Vinícius Furquim
  • Direção Musical: Dagoberto Feliz
  • Trilha Sonora Original: Cia. Babuínos de Teatro
  • Cenário, Figurino e Adereços: Eliseu Weide
  • Iluminação: Lui Seixas
  • Preparação corporal: Luaa Gabanini
  • Assistência de direção: Isabel Oliveira
  • Produção: Bruno Camargo e Barbara Sgarbi
  • Técnica e operação de som: Juliano Veríssimo
  • Design Gráfico: Pedro Levorin e Gabriel César
  • Fotografia: Rafael Sampaio
  • Assessoria de imprensa: Paloma Rocha
  • Projeto: Cia. Babuínos de Teatro
  • Realização: Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura
  • Duração: 100 minutos
  • Classificação: 16 anos
  • Temporada: de 11 de março a 4 de abril – sábados às 21h e domingos, segundas e terças às 20h
  • Ingresso: $ 20 – bilheteria aberta 1 hora antes das apresentações
  • Onde: Companhia do Feijão -Rua Dr. Teodoro Baima, República – com acesso a cadeirantes
  • Reservas pelo email: ciababuinos@gmail.com
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LEDORES NO BREU no Feijão

Recebemos em janeiro uma curta temporada do espetáculo LEDORES NO BREU, com Dinho Lima Flor.

Inspirado no texto “Confissão de Caboclo” do poeta Zé da Luz e no pensamento e prática do educador Paulo Freire, o espetáculo Ledores no Breu trata das relações entre o homem sem leitura e sem escrita com o mundo ao seu redor. Histórias entrelaçadas que acompanham analfabetos em pleno século XXI, homens percorrendo distâncias para elucidar suas dúvidas, seus erros e seus crimes. Há o homem que não lê, habitante do breu, que por isso mesmo é capaz de assassinar o bem maior de sua vida. Há também outro homem que lê, mas não consegue interpretar o texto, perdendo-se num mar de palavras sem sentido. Há ainda aqueles que leem as palavras, mas não leem o mundo: são muitos os ledores no Breu.

O que faz com que a cultura seja a porta-voz, não só de um desejo de emancipação, mas também, paradoxalmente, sirva de mecanismo de exclusão e demarcação de fronteiras sociais se apoiando em preconceitos linguísticos?

A Leitura do mundo e a leitura das letras. Nessas duas esferas de apreensão e criação do conhecimento, circulam nossos Ledores no Breu. O Espetáculo pretende ser uma reflexão sobre as consequências dos muitos analfabetismos à nossa volta. A partir de textos de Paulo Feire, Lêdo Ivo, Zé da Luz, Patativa do Assaré, Luiz Fernando Veríssimo, canções de Cartola, Jackson do Pandeiro e Chico César, figuras se cruzam, histórias se embaraçam e tecem as trajetórias dessas vítimas do crime de não saber ler.

  • Atuação: Dinho Lima Flor
  • Direção: Rodrigo Mercadante
  • Assistência de Direção: Thiago Claro França
  • Iluminação: Thiago França Claro e Artur Mattar
  • Contra-regra: Cida Lima
  • Designer Gráfico: Fábio Viana
  • Foto: Alécio Cesar
  • curta temporada: de 6 a 23 de janeiro, às sextas, sábados e segundas às 21h e domingos às 20h
  • onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República
  • ingresso: $ 20

 

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SARAU com poemas de Manoel de Barros no Feijão

sarauFinalizamos em dezembro nossa primeira série de saraus poéticos, que buscou lançar um olhar poético sobre questões, belezas, essencialidades e particularidades do homem brasileiro a partir de autores nacionais comprometidos com nossa origem e formação, à luz da realidade contemporânea.

Em DEZEMBRO – Céu e chão de Manoel de Barros

No último sarau da série estarão poemas e escritos de Manoel de Barros contidos nos livros Memórias inventadas, Poemas concebidos sem pecado, Gramática expositiva do chão e Concerto a céu aberto. Com Fernanda Rapisarda e José Romero, além de participação aberta ao público.

  • quando: 8 de dezembro, quinta às 20h
  • ingressos: grátis
  • duração: 40’
  • recomendação etária: livre
  • onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República / com acesso a cadeirantes
  • capacidade: 50 lugares

Realização: Companhia do Feijão / Cooperativa Paulista de Teatro / Secretaria Municipal de Cultura / Programa de Fomento ao Teatro

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A TRAGÉDIA DE JOÃO E MARIA – teatro da deformação – no Feijão

joão e mariaLivremente inspirado no conto dos irmãos Grimm, a peça é uma versão adulta e deformada de Hansel und Gretel. A história retrata a trajetória de duas crianças abandonadas pelos pais em meio ao desespero da fome e da impossibilidade de alimentá-los. Influenciada por imagens de Vidas Secas, de Graciliano Ramos, a peça, cujo mote é uma sociedade em decadência e o universo carcomido da miséria “adulta”, evoca condições vitais precárias que são o cerne de um corpo oprimido, e dão aos atores a marca da dor e da fome.

  • Direção e Roteiro: Thiago Reis Vasconcelos
  • Direção Musical: Lucas Vasconcelos
  • Elenco: Clayton Lima, Fabi Ribeiro, Haroldo Stein, Martha Guijarro, Rafael Gracioli, Renata Adrianna, e Suelen Moreira
  • Músicos: Bruno Miotto, Bruno Mota, Deborah Hathner e Lucas Vasconcelos
  • Cenário e Figurino: Companhia Antropofágica
  • Desenho de Luz: Alessandra Queiroz e Renata Adrianna
  • Operação de Luz: Alessandra Queiroz
  • Produção: Maria Tereza Urias
  • Registro Audiovisual e Fotográfico: Alan Siqueira
  • quando: 4 a 27 de novembro, sextas e sábados às 21h e domingos às 19h
  • ingressos: grátis, retirados diretamente na bilheteria, aberta uma hora antes das apresentações
  • duração: 80’
  • classificação etária: 16 anos
  • onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República / com acesso a cadeirantes
  • capacidade: 50 lugares

Realização: Cia. Antropofágica / Companhia do Feijão / Cooperativa Paulista de Teatro / Secretaria Municipal de Cultura / Programa de Fomento ao Teatro

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QUEM, NÓS? – curta temporada no Feijão

jose_paulo_paesQuem, nós? é uma homenagem ao poeta José Paulo Paes. Um espetáculo musical de canções autorais compostas a partir da vasta obra poética do escritor. Uma tentativa verdadeira de cantar seus poemas e de difundir, com a ajuda da música, uma fração de seus pensamentos e críticas, de suas clarezas e angústias, de suas rimas e temas, de suas musas, de suas ideias em verso(s) sobre o humano, seu tempo, a poesia.

  • Em cena: Bruno Miotto, Bruno Mota, Eliana Bolanho, Flávia Ulhôa, Flávio Pires, Irací Tomiatto, Juliana Gontijo, Lucas Vasconcelos e Vera Abbud
  • Argumento: Flávio Pires
  • Composições e arranjos: o grupo
  • Cenografia: Guto Togniazzolo
  • Figurinos: Guto Togniazzolo e Cia. Antropofágica
  • Luz: Zernesto Pessoa
  • quando: 8, 15, 22 e 29 de novembro, terças às 21h
  • ingressos: grátis, retirados diretamente na bilheteria, aberta uma hora antes das apresentações
  • duração: 60’
  • recomendação etária: 12 anos
  • onde: Companhia do Feijão – R. Dr. Teodoro Baima 68 – República /  com acesso a cadeirantes
  • capacidade: 50 lugares

Realização: Companhia do Feijão / Cooperativa Paulista de Teatro / Cia. Antropofágica / Cia. Teatral As Graças / Engenho Teatral / Secretaria Municipal de Cultura / Programa de Fomento ao Teatro

quem, nós?

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